Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




sábado, 11 de julho de 2015

Atenção diabéticos: Pâncreas artificial já existe e está funcionando muito bem

pancreas artificial


Um menino australiano de quatro anos de idade pode ser o primeiro ser humano a ter um pâncreas artificial usado como tratamento para diabetes do tipo 1.
Xavier Hames se tornou o primeiro paciente a receber o pâncreas artificial após vários ensaios clínicos para o uso do novo dispositivo, que se parece com um mp3 player e está preso ao seu corpo através de vários tubos inseridos sob a pele.

O sistema de bomba de insulina se destina a substituir a necessidade de gerenciar de perto o impacto da doença – que ocorre quando as pessoas não produzem insulina, um hormônio que regula o açúcar no sangue – através de injeções diárias. “A tecnologia imita a função biológica do pâncreas para prever os níveis baixos de glicose e parar a administração de insulina”, afirma o Departamento de Saúde da Austrália Ocidental em um comunicado oficial. “Dessa forma, evita as graves consequências da baixa de glicose, como coma, convulsões e até mesmo a morte”.
A Juvenile Diabetes Research Foundation (JDRF), uma organização sem fins lucrativos que financiou a pesquisa que levou ao procedimento, explica que a tecnologia rastreia os níveis de glicose e interrompe a administração de insulina até 30 minutos antes da ocorrência de um ataque de hipoglicemia previsto.
Os ataques são provocados por níveis baixos de glicose e ocorrem principalmente à noite, quando os pacientes podem não ser capazes de reagir ou reconhecer o episódio potencialmente fatal, esclarece o professor Tim Jones, do Princess Margaret Hospital for Children, em Perth, na Austrália, onde Hames recebeu o dispositivo. “Além de prever a hipoglicemia antes que ela aconteça e parar a administração de insulina antes de um evento previsto, o aparelho retoma automaticamente a entrega de insulina quando os níveis de glicose se recuperam. Este é um avanço médico real”, celebra Jones.
A mãe de Hames, Naomi, afirmou que o aparelho já tinha melhorado a vida de seu filho, que vem sofrendo com a doença desde que tinha 22 meses de idade. “Ter a bomba nos dá a garantia de que Xavier está seguro quando estamos indo dormir durante a noite e durante todo o dia”, comemora ela. “O aparelho também é à prova d’água, o que permite que ele desfrute de desportos aquáticos e outras atividades tanto quanto seus amigos e familiares”.
O dispositivo foi desenvolvido após cinco anos de ensaios clínicos no Princess Margaret Hospital for Children e em outros hospitais australianos.  O custo está em torno de 10.000 dólares australianos, cerca de R$ 20.000. [Medical Xpress]

obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs,
Carla
extraído: http://hypescience.com/menino-de-quatro-anos-recebe-primeiro-pancreas-artificial/#

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