Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




terça-feira, 14 de julho de 2015

Erros na aplicação de insulina podem gerar complicações no tratamento de diabéticos

insulin injectionA aplicação de insulina é necessária como forma de tratamento da diabetes tipo 1 e também pode ser utilizada para o tratamento da diabetes tipo 2. Mas o tratamento só é eficaz se aliado, entre outros fatores, a hábitos de vida saudáveis, além de técnica e dispositivo de aplicação adequados. Mas não foi este o cenário encontrado nos EUA por uma pesquisa realizada com 430 pessoas com diabetes em Maio deste ano.

Patrocinado pela BD – líder global em tecnologia médica que proporciona há mais de 90 anos as melhores experiências para tratamento e controle da diabetes – o estudo teve como principal objetivo analisar a forma como os doentes insulino-dependentes fazem uso do medicamento e quais as interferências da forma de aplicação na eficácia do tratamento.

O estudo detectou que 64% das pessoas com diabetes avaliadas apresentaram lipo-hipertrofia, que são deformidades nos locais de aplicação da insulina decorrentes da aplicação constante no mesmo ponto, bem como o reuso de agulhas descartáveis. Além de proporcionar visivelmente o aumento de gordura subcutânea, a lipo-hipertrofia é alarmante porque impossibilita que o organismo absorva a insulina adequadamente.

De todos os pacientes com lipo-hipertrofia, 49,1% tiveram variabilidade glicêmica e 39% apresentaram hipoglicemia – fator preocupante, pois a queda de açúcar no sangue pode levar a pessoa rapidamente à perda de consciência, implicando em risco de vida imediato.

Outro dado alarmante é que 98% não realizavam o rodízio adequado dos locais de aplicação. “Por isso é importante que a pessoa com diabetes faça aplicações de insulina alternando as regiões para que o organismo consiga absorver adequadamente o medicamento injectado, sem comprometer o tecido subcutâneo, local onde o medicamento deve ser aplicado”, explica Ana Carolina Gomiero, diretora da área de Diabetes da BD.

Outro fator detectado pela pesquisa é que as pessoas com lipo-hipertrofia necessitaram de doses maiores de insulina (em torno de 15 unidades de insulina mais por dia), devido à má absorção do medicamento injetado no tecido lesionado (lipo-hipertrofia), aumentando o custo do tratamento e ocasionando variabilidade na glicemia.

Aplicação correta de insulina

De acordo com outro estudo clínico patrocinado pela BD, realizado em Junho de 2010 nos EUA com 388 participantes com diabetes tipo 1 e tipo 2 – com diferentes perfis físicos e étnicos, a espessura da pele raramente ultrapassou 3 mm.

“Isso significa que o comprimento da agulha deve somente ultrapassar a pele para atingir o tecido subcutâneo, local recomendado para a aplicação da insulina, e nunca à região intramuscular, onde a absorção é mais rápida e pode ocasionar a hipoglicemia”, explica Augusto Pimazoni Netto, médico Coordenador do Grupo de Educação e Controle do Diabetes do Hospital do Rim e Hipertensão da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).
Uma das formas ideais de aplicação é a utilização de agulhas e seringas curtas.

Além do dispositivo correto, a pessoa com diabetes deve realizar a técnica de aplicação correta de acordo com o dispositivo utilizado. Para agulhas com 4 mm, é mais fácil, porque não é necessário realizar a prega subcutânea (dobra realizada na pele para minimizar o risco de aplicações no músculo) e o ângulo de aplicação é de 90° (reto).

Para a seringa de 6 mm, é necessário realizar a prega subcutânea e o ângulo de aplicação recomendado para adultos é de 90° e em crianças e adolescentes, o ângulo é de 45°. Desta forma, o medicamento será aplicado no tecido subcutâneo e a pessoa com diabetes poderá ter um melhor controle glicêmico.

Regiões mais recomendadas para aplicação de insulina

O rodízio dos locais de aplicação deve considerar as regiões laterais do abdômen (distantes três dedos do umbigo), regiões frontal e lateral externa das coxas (três dedos abaixo da virilha e três dedos acima do joelho), região posterior dos braços (três dedos abaixo da axila e três dedos acima do cotovelo) e região superior externa das nádegas.

Prevenção

O risco da aplicação incorreta de insulina também está ligado ao reuso de seringas e agulhas descartáveis. Além de aumentar os riscos de infecções na pele, devido à perda da esterilidade do dispositivo, a prática também pode ocasionar erros no registro da dose da insulina, desperdício do medicamento e lesões na pele (lipo-hipertrofia), que prejudicam o controlo glicêmico – fator que pode levar ao surgimento de complicações da diabetes.
A perda da visão e o mau funcionamento dos rins são exemplos de problemas que podem ser desencadeados pelo mau controlo glicêmico crônico, e diminuem consideravelmente a qualidade de vida das pessoas que convivem com a diabetes.

obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs,
Carla

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