Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




terça-feira, 21 de julho de 2015

Raio laser que mede glicose pode substituir picadas

Em menos de 30 segundos, o dispositivo, que funciona com laser, é capaz de calcular o nível de glicose no sangue sem a necessidade de agulhas. © Universidade de Leeds
Em menos de 30 segundos, o dispositivo, que funciona com laser, é capaz de calcular o nível de glicose no sangue sem a necessidade de agulhas. © Universidade de Leeds
Um novo sensor laser que controla os níveis de glicose no sangue de forma não-invasiva pode vir a transformar as vidas de milhões de pessoas com diabetes. A invenção, desenvolvida por um grupo de investigadores britânicos, tem potencial para se constituir como uma alternativa simples e indolor às incômodas picadas no dedo que fazem parte do dia-a-dia dos pacientes de todo o mundo.
 
Da responsabilidade de uma equipa da Faculdade de Engenharia da Universidade de Leeds, em Inglaterra, coordenada pelo investigador Gin Jose, a nova tecnologia utiliza um pequeno dispositivo com lasers incorporados que medem os níveis de glicose sem penetrar na pele, proporcionando uma monitorização contínua.
 
Em comunicado, Jose e os colegas explicam que a solução “pode melhorar a vida de milhões de pacientes ao tornar possível um controlo constante da glicose sem a necessidade de um implante”.
A ferramenta pode, também, ser útil para os profissionais de saúde, já que é uma alternativa “simples e barata” aos métodos atuais (quer picadas no dedo, quer dispositivos de monitorização invasivos que funcionam com sensores implantados e têm de ser substituídos regularmente).
 
laser1
 
“Ao contrário dos sistemas convencionais, esta tecnologia não-invasiva consegue monitorizar, constantemente, os níveis de glicose. Além de substituir as picadas no dedo, pode proporcionar aos pacientes um controlo contínuo, ajudando-os a estar permanentemente em alerta caso seja necessário intervir”, afirma Gin Jose.
 
Segundo o cientista, “este método permitirá aos pacientes controlar, autonomamente, a sua condição e minimizar as idas às urgências hospitalares”, podendo até, no futuro, ser aperfeiçoado com vista ao envio de alertas e relatórios para os ‘smartphones’ dos médicos, ajudando a construir um histórico da progressão da doença ao longo do tempo.
 
A nova tecnologia funciona com base numa peça de vidro de silica modificada com iões que “brilha” com luz infravermelha quando é atingida por um laser de baixa intensidade. Ao entrar em contacto com a pele do paciente, a intensidade do sinal fluorescente varia conforme os níveis de concentração da glicose no sangue.
 
O processo, que dura menos de 30 segundos, permite, portanto, calcular o nível de glicose na corrente sanguínea sem a necessidade de agulhas. “O vidro usado nos nossos sensores funciona de forma semelhante ao dos ‘smartphones’, razão pela qual este dispositivo é mais econômico do que os sistemas de automonitorização que já existem”, realça Jose.
 
A equipa já realizou, entretanto, um ensaio clínico piloto que sugere que o sistema consegue ser tão eficaz quanto os tradicionais, embora sejam necessários mais testes e uma otimização do produto, já licenciado pela empresa Glucosense Diagnostics, uma ‘spin-out’ financiada pela universidade, antes da sua introdução no mercado.
 
“O nosso objetivo é desenvolver dois tipos diferentes de dispositivo para comercialização. Um deles será semelhante a um ‘mouse’ de computador, bastando encostar o dedo ao sensor para medir a glicose, ao passo que o outro poderá ser incorporado na roupa para monitorização contínua”, adianta Gin Jose
 
obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs.
Carla
 

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