Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Rins a prevenção pela água

As pedras nos rins já são consideradas epidemia: entre 5% e 12% da população do Brasil têm o problema, que atinge pessoas de qualquer sexo e idade. Cuidados com a alimentação e ingestão de líquido são essenciais na prevenção

A crise ocorreu dez anos atrás, mas a dor vivida está bem fresca na memória do comerciante Joseano Oliveira, de 46 anos. “Fiquei uns 15 dias sentindo muitas dores”,recorda-se. As dores foram causadas por formações mínimas que surgiram sem Joseano perceber em órgãos para os quais ele não dava muita atenção: os rins. O comerciante teve crises de litíase renal, doença conhecida pelos cálculos ou pedras que se formam nos rins.

A litíase renal é problema comum. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia(SBN), de 5% até 12% da população do País já teve ou terá a doença. Em todo o mundo,a estimativa sobe para 15%. Apesar de não escolher sexo ou idade para se manifestar, o problema é mais comum em homens entre 20 e 40 anos. E na maioria dos casos, a
lembrança de quem teve uma crise de litíase é dolorosa. Porque quando as pedras estão“estacionadas” no rim, são imperceptíveis. Mas, quando começam a se deslocar seguindo o fluxo da urina, causam a incômoda e dolorosa cólica renal.

O nefrologista Paulo Rossas Mota explica que os rins são responsáveis, entre outras funções, pela filtragem e eliminação das substâncias tóxicas produzidas naturalmente pelo organismo humano. Entre essas substâncias, algumas muito insolúveis, como o cálcio, o ácido úrico e o oxalato. Quando esses elementos estão muito concentrados na urina, cristalizam-se formando pedras, que nascem presas às paredes internas dos rins.

Mas, se é algo natural, por que não afeta toda a população? Segundo o urologista Galeno Taumaturgo, membro Sociedade Brasileira de Urologia, problemas de metabolismo próprios de cada organismo acarretam a formação dos cálculos: “E algumas pessoas têm tendência a formar cálculo renal”. Essas alterações individuais, somadas a fatores externos - como a alimentação - causam a doença.

O coordenador da Urologia do Hospital Geral de Fortaleza (HGF), Fábio Fernandes Dantas, detalha ainda ser preciso que o pH da urina esteja alterado - ácido ou alcalino demais - para a cristalização dos elementos. “A urina tem faixa de pH. Se sobe muito,precipita cálculo de um tipo; se desce muito, de outro tipo. Quando o pH está muito baixo,precipita ácido úrico. Já alto demais precipita cristais de fosfato”, detalha o urologista.

O que causa

Não há um fator único que explique a formação dos cálculos renais. Para Paulo Rossas Mota, existe predisposição genética (“40% a 60% das pessoas com cálculo têm alguém na família com cálculo”, diz o médico), que não tem como ser alterada, e fatores habituais,como a alimentação e a baixa ingestão de líquidos. O presidente da SBN, Daniel Rinaldi dos Santos, indica que os erros alimentares são os maiores causadores do problema.

“Temos uma dieta inadequada, rica em sódio”, aponta. 

Além do sódio - um dos elementos que compõem o sal de cozinha -, a alta ingestão de proteína, cálcio e ácido úrico também gera formação de pedras. O equilíbrio alimentar,portanto, é o ideal, dizem os médicos ouvidos pelo O POVO. Restringir completamente o cálcio, por exemplo, como era indicado anos atrás, não é o correto. O presidente da SBN indica ainda que o clima no qual a pessoa vive influencia o funcionamento renal. “Em ambiente mais quente, tem mais chance (de ter cálculos). A pessoa está perdendo mais líquido por outras vias e acaba não ingerindo líquido em quantidade suficiente pra repor as perdas”.

O Ciência & Saúde de hoje explica o funcionamento renal e a formação de pedras. A chave para evitar o problema é ingerir bastante líquido e manter uma dieta equilibrada.

O quê?

ENTENDA A NOTÍCIA
Pedras nos rins já são consideradas epidemia pela Sociedade Brasileira de Nefrologia. O problema atinge todos os sexos e idades, mas predomina em homens adultos. A ingestão de muita água é essencial na prevenção
  •  50% das pessoas que tiveram pedras nos rins voltarão a ter o problema em até cinco anos,segundo o nefrologista Paulo Rossas Mota.
  •  15% é o percentual da população mundial que teve ou terá pedras nos rins, segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia


obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico 
abs,
Carla
extraído:http://www.sbn.org.br/midiaNoticia?id=510
http://www.opovo.com.br/app/opovo/cienciaesaude/2012/10/20/noticiasjornalcienciaesaud
e,2939083/rins-a-prevencao-pela-agua.shtml
Mariana Lazarimarianalazari@opovo.com.br

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