Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




domingo, 9 de julho de 2017

ASCO 2017 – Acompanhe as novidades do maior Congresso de Oncologia do Mundo




O congresso americano de oncologia (conhecido como a ASCO) aconteceu entre 01 a 06 de junho deste mês e lá foram apresentadas as principais novidades do tratamento do câncer.


Confira algumas as novidades apresentadas:
 
Sobre o câncer de intestino, uma análise de um conjunto de estudos clínicos tentou avaliar a redução do tempo de quimioterapia após a cirurgia. O tempo padrão é de seis meses de quimioterapia para a maioria dos pacientes, com o uso de uma medicação chamada oxaliplatina, que causa formigamentos e perda de sensibilidade em mãos e pés, sintomas que podem se tornar crônicos em uma parcela de pacientes. Os dados apresentados mostraram que para um grupo de pacientes (a depender do tamanho do tumor e do número de gânglios acometidos) o tempo de quimioterapia pode ser reduzido para três meses, e o efeito colateral da oxaliplatina pode ser minimizado.

– Estudo muito interessante apresentado mostrou a importância do relato dos sintomas pelos pacientes para a equipe multidisciplinar oncológica. Um hospital americano disponibilizou uma tabela de sintomas a ser preenchida pelos pacientes via computador. Todas tabelas eram reportadas nas consultas médicas e quando os pacientes apresentavam sintomas graves ou severos, a equipe era comunicada e entrava em contato com os pacientes. Essa atitude levou a um aumento de sobrevida de cinco meses no grupo estudado em comparação ao grupo controle. 

Esse aumento em sobrevida é maior do que o ganho de muitas medicações novas em oncologia. Outro estudo comprovou que a realização de atividade física contribui para evitar a fadiga e cansaço decorrente da quimioterapia.

– Sobre o câncer de próstata, atualmente os pacientes que realizam cirurgia e apresentam características de alto risco de recidiva são submetidos à quimioterapia por seis ciclos pós cirurgia. Estudo apresentado investigou pacientes neste contexto clínico para o uso da medicação abiraterona, droga oral utilizada na doença recidivada. O estudo mostrou aumento em sobrevida e boa tolerância dos pacientes, podendo ser uma alternativa para evitar a quimioterapia.  

– No câncer de mama, cerca de 20% das pacientes apresentam mutação do gene BRCA. A medicação Olaparibe, droga oral desenvolvida para pacientes com esta mutação, foi estudada em pacientes com câncer de mama metastático versus quimioterapia. O Olaparibe mostrou aumento do tempo para evitar a recidiva e a resposta da medicação contra a doença. Trata-se de droga bem tolerada, que virá como mais opção de tratamento para as pacientes.

Dra Graziela Zibetti Dal Molin – oncologista clínica do hospital São José/ Beneficência Portuguesa de São Paulo. Atualmente pós graduanda do hospital MD Anderson/EUA.

obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs
Carla
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