Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




quinta-feira, 20 de julho de 2017

Novo marcador avalia risco de Diabete antes de exame mostrar glicose alta



Uma pessoa é diagnosticada com diabete tipo 2 quando alguns marcadores de concentração de açúcar no sangue mostram níveis acima de certo limite. Mas, muitos anos antes dessa elevação do nível glicêmico, o organismo já apresenta diversas alterações metabólicas que poderiam ser utilizadas como marcadores do risco de desenvolver a doença no futuro.

Agora, um novo estudo realizado nos Estados Unidos, com participação brasileira, mostrou que alterações em proteínas que transportam o colesterol no sangue podem ser detectadas e usadas como novo marcador para o risco de diabete.

Publicada na revista científica Journal of Clinical Lipidology, a pesquisa foi realizada por um grupo de cientistas na Universidade Harvard (Estados Unidos). O primeiro autor do artigo é o cardiologista brasileiro Paulo Harada, pesquisador do Centro de Pesquisa Clínica e Epidemiológica da Universidade de São Paulo (USP) e da Divisão de Medicina Preventiva da universidade americana, onde atuou por dois anos com apoio da Fundação Lemann.

De acordo com Harada, a diabetes afeta até 9% da população mundial e é uma das principais causas de enfarte, perda de visão, disfunção dos rins e problemas de circulação nos membros. “Esses riscos podem estar presentes ao longo da trajetória de anos ou décadas que antecedem o diagnóstico de diabete tipo 2 “, explicou o pesquisador à reportagem.

Benefício

O cientista explica que a avaliação dos níveis de glicose no sangue é o padrão para o diagnóstico de diabete, mas não é capaz de detectar as outras alterações sanguíneas associadas ao risco quando a glicemia ainda é normal.

“Não estamos falando de um novo método de diagnóstico, mas sim de um marcador de risco. A detecção precoce do risco de desenvolver a doença pode orientar medidas para evitar ou atrasar a instalação da doença e suas complicações”, declarou.


Segundo Harada, muitos anos antes do diagnóstico de diabetes já ocorre um processo de resistência insulínica – a incapacidade dos órgãos de absorver glicose em resposta à insulina. Nessa fase, porém, os desequilíbrios na taxa de açúcar do sangue são compensados por uma maior produção de insulina pelo pâncreas. Quando o pâncreas deixa de fazer essa compensação, a doença aparece.

“Na trajetória que antecede a diabetes, a resistência insulínica está presente precocemente e já promove uma série de alterações nas subpartículas de lipoproteínas que têm a função de transportar o colesterol no sangue. O marcador se baseia na análise das concentrações de três dessas lipoproteínas: VLDL, LDL e HDL”, disse.


A partir dos valores das concentrações dessas lipoproteínas de resistência insulínica, os cientistas estabeleceram o marcador, batizado de LPIR, que consiste em uma pontuação que vai de 0 a 100. Quanto maior o valor, maior o risco de diabetes.

Para validar o novo marcador, os cientistas analisaram dados de 25 mil mulheres que foram avaliadas ao longo de 20 anos nos Estados Unidos. “As com pontuação de LPIR acima de 67 tiveram um risco 2,2 vezes maior de desenvolver diabetes, em comparação às mulheres com pontuação menor que 30”, afirmou Harada.



obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs
Carla
http://www.tiabeth.com/index.php/2017/07/08/novo-marcador-avalia-risco-de-diabete-antes-de-exame-mostrar-glicose-alta/

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