Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Linfoma de Hodgkin X Linfoma Não Hodgkin

Afinal, qual a diferença entre linfoma de Hodgkin e linfoma não-Hodgkin?
linfoma

O Linfoma de Hodgkin foi descrito pelo patologista Thomas Hodgkin. As células de origem desta neoplasia do sistema linfático se tratam de um linfócito B. O sintoma inicial mais comum do linfoma de Hodgkin é o aumento indolor e perceptível dos linfonodos, ou seja o surgimento de caroços no pescoço, axilas ou virilha. Mas há também aumento na porção superior do peito, interior do peito (mediastino) e abdômen. Outros sintomas incluem febre, suores noturnos (que geralmente obrigam o doente a trocar a roupa de cama), perda de peso sem motivo (pelo menos 10% do peso ao longo de seis meses sem dieta) e coceira na pele.Quando o linfoma de Hodgkin afeta os gânglios linfáticos do peito, o inchaço desses gânglios pode comprimir a traquéia e causar tosse, falta de ar e dor torácica. Além disso, o baço também pode aumentar (esplenomegalia).

Mesmo nos grupos menos favoráveis, o índice de cura pode atingir 60%. A curabilidade destes pacientes também se reflete na possibilidade de resgate de cerca de 50 % dos pacientes, que apresentam recidivas após o tratamento inicial com o transplante autólogo e até mesmo com o transplante alogênico.


O nome Linfoma não Hodgkin surgiu pela semelhança da apresentação clínica com o Linfoma de Hodgkin. Entretanto, foram notadas diferenças que não permitiam a classificação como o processo descrito originalmente pelo Professor Hodgkin.

Os linfomas não Hodgkin (LNH) representam os linfomas mais frequentes. Eles são originários de dois tipos de linfócitos; os linfócitos B e os linfócitos T. Os LNH representam um grupo heterogêneo de neoplasias. Mais de 70 subtipos já foram identificados e as classificações patológicas ainda não foram totalmente definidas.



Para os linfomas do tipo B, o tratamento quimioterápico foi impulsionado com a introdução do medicamento rituximabe-Mabthera que aumentou a probabilidade de cura de um subtipo de linfomas do tipo B- o linfoma difuso de grandes células. No linfoma folicular, ele contribui para o aumento da sobrevida e para o intervalo livre de progressão, medidas indiscutíveis da melhor qualidade de vida destes pacientes.

Os linfomas T representam de uma maneira geral uma doença mais agressiva. Os resultados terapêuticos são menos favoráveis, embora também constituam uma neoplasia potencialmente curável.


*Todas informações acima foram escritas e revisadas pelo Dr. Daniel Tabak, membro do Comitê Científico da Abrale e onco-hematologista do Centro de Tratamento Oncológico do Rio de Janeiro.

obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs,
Carla
Créditos: ABRALE – Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia – http://www.abrale.org.br

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