Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




segunda-feira, 1 de junho de 2015

Diabetes associado à depressão aumenta risco de hipoglicemia

Pacientes podem sofrem com tonturas, desmaios e até coma nos casos mais graves
 
A depressão pode afetar quase todos os aspectos da vida, mas algumas das mudanças trazidas pela doença podem ser mais perigosas, especialmente para pessoas com diabetes. Pesquisadores da University of Washington Medical School (EUA) descobriram que pacientes com diabetes que desenvolvem um quadro depressivo são mais propensos a sofrer hipoglicemia, a queda dos níveis de glicose no sangue, precisando inclusive de internação hospitalar. Os resultados estão publicados na edição de maio e junho da revista Annals of Family Medicine.

O trabalho incluiu pouco mais de 4.100 pessoas com diabetes e cerca de 500 dessas pessoas preencheram os critérios para depressão no período de estudo, que durou cinco anos. A idade média dos voluntários foi de 63 anos, sendo que a maioria tinha diabetes por pelo menos 10 anos. A maioria - 96% dos participantes - tinham
diabetes tipo 2 e cerca de um terço tomava insulina para controlar a doença. Apenas 1,4% estava com o diabetes descontrolado, enfrentando complicações. Nos cinco anos anteriores ao início do estudo, 8% das pessoas com depressão e diabetes relataram ter tido um episódio de hipoglicemia grave em comparação com 3% das pessoas com diabetes não-deprimidas. Durante os cinco anos de estudo, quase 11% das pessoas deprimidas e com diabetes tiveram um episódio de hipoglicemia grave em comparação com pouco mais de 6% das pessoas não-deprimidas com diabetes.

O risco de hipoglicemia não foi afetado pelo tipo de tratamento recebido. As pessoas que tomam medicamentos orais tinham a mesma probabilidade de ter um episódio de hipoglicemia do que aquelas que ministravam insulina injetável. No geral, as pessoas com diabetes que estavam deprimidas tinham um risco 42% maior de ter um episódio de hipoglicemia grave, e um risco 34% maior de ter mais episódios de hipoglicemia em um determinado período.

Os pesquisadores afirmam que há duas explicações possíveis para os riscos aumentados. Uma delas é que a depressão leva a mudanças físicas e químicas no corpo, que causam grandes flutuações nos níveis de açúcar no sangue, o que pode tornar mais difícil o controle das taxas. A outra possibilidade é que a depressão leva a uma falta de interesse no autocuidado, que é necessário para controlar o diabetes também. Segundo os autores, pessoas deprimidas podem ser menos propensas a testar os seus níveis de açúcar no sangue regularmente e não aderir aos medicamentos, esquecendo-se de tomá-los ou alterando as doses.

Fuja dos hábitos que podem causar hipoglicemia

Tontura, mal estar, visão turva, sudorese, fome intensa, taquicardia e alteração do nível de consciência são sintomas do mal conhecido por hipoglicemia, recorrente entre pessoas com diabetes e caracterizada por níveis de glicose abaixo dos 60mg/dL - os valores ideais estão na faixa entre 70mg/dL e 99mg/dL. "A falta de glicose pode causar danos como crises convulsivas e coma, que podem inclusive levar à morte", alerta o nutrólogo Gabriel Biancardi, do Hospital 9 de Julho, em São Paulo. Livre-se dos erros alimentares na hora de controlar o açúcar no sangue e evite a hipoglicemia: 
 
 

Não comer nada antes de dormirmulher tomando leite antes de dormir - Foto: Getty Images

Durante as horas de sono, o portador de diabetes pode apresentar a chamada hipoglicemia noturna, episódio caracterizado por pesadelos, transpiração intensa e dor de cabeça ao levantar. "Para evitar a hipoglicemia noturna, o ideal é fazer um lanche antes de dormir, consumindo carboidratos e proteínas, como leite ou pão com queijo e presunto", afirma a nutricionista Deise Regina Baptista Mendonça, do Departamento de Nutrição e Metabolismo da Sociedade Brasileira de Diabetes. "A glicemia deve ser ajustada sempre para que fique em torno de 100 m/dl nesse período, mas não muito acima disso", afirma. 
 

Pular refeiçõesprato vazio  - Foto: Getty Images

Essa é uma das principais causas de hipoglicemia na pessoa com diabetes. Ficando longos períodos sem se alimentar, os níveis de açúcar no sangue caem naturalmente, mas não o suficiente para causar hipoglicemia em uma pessoa que mantem uma dieta saudável. Isso porque o organismo percebe a queda e diminui a produção de insulina, de modo que o açúcar seja usado de forma mais lenta, ou então começa a produzir o glucagon, hormônio que faz o fígado converter algum glicogênio em glicose, para então liberar o açúcar no sangue. "Esse sistema não funciona adequadamente quando se tem diabetes, dificultando esse equilíbrio dos níveis de açúcar no sangue e levando à hipoglicemia", afirma o endocrinologista Fernando Spagnoulo, responsável pelo Ambulatório de Endocrinologia do Centro Integrado de Saúde na Faculdade Anhembi Morumbi. Por isso, é de extrema importância comer a cada três horas sem pular nenhum lanche ou refeição principal. 
 

Evitar carboidratos mesmo com exercíciosmulher cansada na academia - Foto: Getty Images

O nutriente mais controlado pela pessoa com diabetes é o carboidrato que, se ingerido em excesso, pode elevar rapidamente os níveis de açúcar no sangue. No entanto, para aqueles que praticam atividade física, a ingestão do carboidrato antes e depois dos exercícios é de extrema importância, do contrário pode haver um caso de hipoglicemia. "Se você já coordena sua alimentação com a atividade, mas fez mais exercícios do que o planejado no dia, o ideal é medir a glicemia para ver se é necessário consumir carboidratos extras", diz o nutrólogo Gabriel Biancardi, do Hospital 9 de Julho. "Exercícios aeróbicos de grande duração (como corrida e natação) tendem a baixar a glicemia, sendo necessária uma ingestão maior de alimentos, mas o ideal é sempre conversar com seu médico."
 

Só comer antes ou depois de se exercitarhomem fazendo musculação - Foto: Getty Images

Pessoas que sofrem mais facilmente com a hipoglicemia devem ficar atentas aos níveis de glicose no sangue mesmo durante a prática de exercícios. "Principalmente aqueles que passam longos períodos na academia, combinando musculação com outras atividades, devem verificar os níveis de glicose no sangue durante os intervalos e fazer um pequeno lanche, se necessário", diz o nutrólogo Gabriel. "Lembrando que a atividade física demanda muita energia do corpo e a glicose é a base desse fornecimento, evitando assim a baixa dos níveis e a hipoglicemia."
 

Ingerir álcool homem bebendo cerveja - Foto: Getty Images

Além de prejudicar a absorção de diversas vitaminas e minerais, o álcool pode causar hipoglicemias severas. Isso porque, para metabolizar o álcool, o fígado deixa de lado outras funções, como o fornecimento de glicose às células. "Além disso, o alcoolismo pode levar à cirrose e a outros problemas hepáticos, que também causam hipoglicemia", afirma o endocrinologista Fernando. Os especialistas explicam que, para evitar o problema, o ideal é evitar o álcool ou beber moderadamente, alimentando-se durante a ingestão, para evitar picos de insulina.
 

Aplicar mais insulina do que o necessário mulher aplicando insulina - Foto: Getty Images

A maioria dos episódios de hipoglicemia entre pessoas com diabetes acontece quando o paciente não balanceia corretamente a ingestão de açúcares e a aplicação de insulina, injetando mais do que o necessário e levando a um quadro hipoglicêmico. "A insulina aplicada tem que ser proporcional aos alimentos ingeridos", diz Fernando Spagnoulo. "Errar essa conta pode levar tanto ao exagero na aplicação da insulina quando ao fornecimento insuficiente, e ambos causam prejuízos."
 

Deixar a bolsa vaziabalas - Foto: Getty Images

"Os portadores de diabetes devem carregar consigo balas de caramelo ou sachês de mel, para o caso de um início de crise ou a iminência de um período longo em jejum", diz a nutricionista Deise. Segundo a especialista, um simples docinho pode muitas vezes evitar o agravamento dos sintomas de hipoglicemia. 
 
obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs
Carla
extraído:http://www.minhavida.com.br/saude/galerias/16366-diabetes-associado-a-depressao-aumenta-risco-de-hipoglicemia/2
 
 
 
 

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