Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




sábado, 22 de junho de 2013

Novas medidas do Ministério da Saúde dão celeridade ao tratamento de câncer

Muitas medidas estão sendo tomadas pelo Ministério da Saúde e o Governo Federal para garantir a qualidade de vida das pessoas diagnosticadas com câncer e diminuir o número de casos e mortes causados pela doença no Brasil. Só nesta semana três medidas foram tomadas – e a primeira delas sairá no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (17). Trata-se de uma reestruturação da Política Nacional de Atenção Oncológica, que existe desde 2005, e passará a se chamar Política Nacional para Prevenção e Controle do Câncer.

Mas não é somente o nome da política que vai mudar. Para garantir um atendimento rápido e de qualidade agora existe uma nova organização da atenção oncologia no país, como explica a coordenadora geral de Atenção às Pessoas com Doenças Crônicas, Patrícia Chueiri: “Uma das principais mudanças que houve na reestruturação é que agora fica claro o papel e as responsabilidades de cada um (governo federal, estado e municípios). Também foi feita a reestruturação de todos os pontos das Redes de Atenção à Saúde. Agora, atenção básica, atenção ambulatorial especializada, hospitalar, laboratórios de diagnóstico ou de exames de imagem vão saber exatamente suas atribuições e responsabilidades com os pacientes com câncer. Além de organizar, com essa nova estruturação, nós enquanto Ministério, e toda a população, saberemos de quem cobrar quando as coisas não acontecerem”, explica a coordenadora.

No Brasil, a mortalidade por câncer cresceu consideravelmente nas últimas décadas, acompanhando o cenário mundial. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), as estimativas para o ano de 2012 apontam a ocorrência de aproximadamente 518 mil novos casos de câncer, incluindo os de pele. A redução da incidência está diretamente associada às medidas de prevenção e de conscientização da população quanto aos fatores de risco de câncer. Já a redução da mortalidade depende do serviço de saúde ao detectar o câncer o mais precocemente possível e tratá-lo adequadamente.

60 dias - Diante disso, a segunda decisão tomada em prol dos pacientes com câncer, foi realizada pela presidenta da República, Dilma Rousseff, ao sancionar a medida prevista na Lei 12.732/12 que garante aos pacientes com câncer ter o início do tratamento assegurado em no máximo 60 dias após o diagnóstico da doença. O prazo máximo vale para que o paciente passe por uma cirurgia ou inicie sessões de quimioterapia ou radioterapia, conforme prescrição médica. O descumprimento da Lei sujeitará os gestores direta e indiretamente responsáveis às penalidades administrativas.

“60 dias é um prazo razoável entre o diagnóstico e o início do tratamento. O ideal, e que já acontece no Sistema único de Saúde (SUS), é que esse tratamento comece antes desse prazo, mas algumas vezes ultrapassam esse limite e por isso a lei vai ajudar para que não aconteça mais”, explica a coordenadora do Sistema de Informação do Câncer (Siscan), Celeste de Souza. O Siscan é a terceira medida que foi tomada nesta semana. O software que irá ajudar os gestores estaduais e municipais a gerenciar a fila de espera e acelerar o atendimento será disponibilizado gratuitamente pelo MS para as secretarias de saúde. Ele reunirá o histórico dos pacientes e do tratamento, possibilitando acompanhar o panorama da doença e auxiliando no cumprimento dos 60 dias estipulados por lei.

Siscan - A coordenadora explica como o Siscan ajudará a saúde: “Vamos acompanhar para ver onde estão os principais gargalos, se tem algum tipo de câncer que a gente ta demorando mais a tratar, se existem alguns vazios com relação à falta de equipamentos. Vamos conseguir saber os locais exatos onde os tratamentos estão mais demorados. Descobrindo os lugares e os motivos específicos podemos agir mais rápido para resolver os problemas”.

A coordenação estadual terá de enviar uma demanda de acesso ao sistema para o MS. Após a senha ser liberada e enviada para a coordenação estadual ela poderá ser liberada para as coordenações municipais e essas liberam a senha para os serviços de saúde e os laboratórios que realizam os exames ontológicos. A partir dessa semana já podem iniciar os pedidos de senha para o Siscan. O sistema é online e assim que estiverem com as senhas os serviços de saúde podem começar a utilizá-lo.

A partir de agosto, todos os registros de novos casos de câncer terão de ser feitos pelo Siscan. Estados e Municípios que não implantarem o sistema até o fim do ano terão suspensos os repasses feitos pelo Ministério da Saúde para atendimento oncológico. “O mais interessante é saber que tem um sistema que está entrando para ajudar no acompanhamento e na avaliação do cumprimento da lei. Vai facilitar para o serviço de saúde e certamente quando se investe na resolução desses problemas a população é quem ganha”, finaliza a coordenadora do Siscan.



Camilla Terra / Blog da Saúde

fonte:http://www.blog.saude.gov.br/ms-e-governo-federal-estao-empenhados-em-combater-o-cancer/



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