Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




sexta-feira, 3 de maio de 2013

Portugal: Um quarto dos diabéticos desenvolve úlceras no pé

1/5/2013 - Diários as Beiras



O autor das novas guidelines para o tratamento do pé diabético, Armando Mansilha, disse ontem que “entre 12 a 25 por cento” dos pacientes com diabetes desenvolvem úlceras no pé, habitualmente designadas por pé diabético.
De acordo com este especialista em Angiologia e Cirurgia Vascular e professor na Faculdade de Medicina do Porto, os pacientes com esta doença têm o risco de amputação aumentado 15 a 30 vezes por comparação aos não diabéticos.
“Em Portugal, no ano de 2011, registaram-se quase dois mil doentes com diagnóstico de pé diabético, tendo sido realizadas 1.456 amputações, 670 das quais implicaram a excisão de uma parte significativa do pé”, salientou o especialista, referindo que “a taxa de mortalidade entre amputados chega aos 40 por cento nos dois anos após a primeira cirurgia”.

fonte:http://www.diabetenet.com.br/conteudocompleto.asp?idconteudo=7542

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