Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




quinta-feira, 2 de maio de 2013

Fim da injeção de insulina? Nova droga poderia controlar a diabetes mensal ou anualmente

1/5/2013 - Hypecience

Milhões de diabéticos no mundo todo podem um dia dar adeus às múltiplas injeções diárias de insulina para tomar um remédio apenas uma vez ao ano.
Isso pode ser possível graças a descoberta de pesquisadores da Universidade Harvard (EUA) de um hormônio que pode aumentar o número de células saudáveis de insulina em até 30 vezes, o que dramaticamente melhora o tratamento de diabetes tipo 2.

A doença

A diabetes tipo 2, muitas vezes desencadeada por ganho de peso, está se tornando mais comum no mundo por conta da epidemia de obesidade.


•8 fatores que podem interferir no risco de diabetes

No Brasil, de acordo com o Vigitel 2007 (Sistema de Monitoramento de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas Não Transmissíveis), a ocorrência média de diabetes na população adulta (acima de 18 anos) é de 5,2%, o que representa 6.399.187 de pessoas. A prevalência aumenta com a idade: a doença atinge 18,6% da população com 65 anos ou mais.

Em pacientes com a condição, as células do pâncreas não produzem insulina suficiente, um hormônio vital para a conversão de açúcar em energia. A insulina que elas de fato conseguem fabricar não funciona corretamente.

Inicialmente, a doença é geralmente controlada com uma dieta e regime de exercício rigorosos. Mas muitos pacientes sofrem um agravamento da saúde ao longo do tempo, necessitando, eventualmente, de comprimidos ou injeções de insulina.
Complicações vindas do açúcar elevado no sangue incluem doença cardíaca, cegueira e danos nos nervos e circulatório.


A pesquisa

Os cientistas de Harvard acreditam que o hormônio betatrofina possa deter a diabetes tipo 2 em seu desenvolvimento.

“Ele poderia eventualmente significar que, em vez de tomar injeções de insulina três vezes ao dia, o paciente tome esse hormônio uma vez por semana ou uma vez por mês, ou na melhor das hipóteses, talvez uma vez por ano”, disseram.

Buscando uma alternativa para simplesmente dar insulina, os pesquisadores procuraram uma maneira de aumentar a sua produção no organismo, até chegarem no hormônio que batizaram de betatrofina.

Em seguida, eles deram o hormônio a ratos, que aumentaram o número de células produtoras de insulina beta em até 30 vezes.
 Além disso, o enorme número de novas células só produziu insulina quando necessário, o que os cientistas creem que deve levar a níveis de açúcar mais naturais no sangue, bem como melhor saúde.

“Isso vai retardar, se não impedir, a progressão da diabetes”, informou o pesquisador Doug Melton.
Empresas farmacêuticas já se interessaram pela descoberta e o hormônio poderia ser testado em pessoas em apenas três anos. No entanto, a necessidade de mostrar que seria seguro e eficaz em um grande número de pacientes significa que um remédio comercial ainda está pelo menos uma década longe de chegar às prateleiras.
A pesquisa pode também ser útil no tratamento de diabetes do tipo 1, que geralmente se desenvolve na infância ou adolescência
 
fonte: http://www.diabetenet.com.br/conteudocompleto.asp?idconteudo=7528
 
 

 

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