Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




quinta-feira, 27 de abril de 2017

Alteração da terapêutica do tratamento precisa ser planejada entre o médico e a pessoa com Diabetes!

Cuidados ao realizar a mudança de terapêutica da bomba de insulina para as múltiplas doses de insulina
Há momentos em nossas vidas, que não estamos felizes por algum motivo e buscamos mudanças que possam facilitar alguma situação da convivência com diabetes. Nas férias, quando viajamos para a praia, já escutei de muitas mulheres que fizeram a troca da bomba de insulina pelas múltiplas doses de insulina, para que o corpo não tenha a marca do sol devido à bomba, ou até mesmo ter a facilidade de entrar e sair do mar quantas vezes quiser ao longo do dia, sem precisar retirar o equipamento.
Nestes casos, o que devemos fazer para continuar com o bom controle da glicemia?
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A endocrinopediatra Dra. Leticia dos Reis Silva relata que “a substituição da bomba pela caneta deve ser combinada com o médico que acompanha o paciente, pois são necessários alguns cálculos para transacionar a dose de insulina para caneta. É importante que a troca seja feita pelo menos dois dias antes da viagem, para que o organismo se adapte à nova terapêutica e possíveis ajustes de doses sejam realizados”.
“Em geral, a dose de insulina basal é mantida e transferida para dose de insulina ultra-lenta (glargina, detemir ou degludeca) em caneta. Em alguns pacientes, é necessário um aumento da insulina basal em até 20 % para manter um bom controle, por isso cabe ao médico fazer esse cálculo. A dose de correção e a contagem de carboidratos são mantidas”, adiciona a médica.
Com relação à monitorização, Dra. Leticia é categórica “no primeiro dia de transição, a monitorização deve ser mais frequente, em geral a cada três horas, ou antes, e 2 horas após as refeições, antes de dormir e às 3h da manhã. E durante toda a viagem, recomenda-se uma monitorização mais frequente, pois principalmente crianças, que gastam muita energia por brincar na água e mudam muito os padrões alimentares, podem fazer hipoglicemia durante as viagens ao litoral”.
Outro cuidado apontado pela médica é relacionado ao rodízio de aplicação de insulina. “Como o paciente com bomba está mais acostumado a usar a região de abdômen e glútea para inserção do cateter, é importante lembrar que esse momento de troca de bomba por análogos representa um período de folga para essa região, preferindo-se a aplicação de insulina sob a forma de rodízio, em braços e pernas”.
Além do rodízio, há outro alerta “os horários de aplicação de insulina precisam ser respeitados. Portanto, o análogo será aplicado antes do café, ou antes, do jantar, conforme orientação do médico do paciente, e as insulinas ultrarrápidas imediatamente antes das refeições”.
Com o término das férias, muitas pessoas que fizeram a substituição da terapêutica, retornam para a bomba. Como deve ser feita esta troca?
“O retorno à bomba deve ser realizado após o paciente voltar para casa, preferencialmente no mesmo horário que aplicaria a dose de análogo de ação lenta. A monitorização deve ser a cada três horas, ou pré e pós-prandial, pois podem ocorrer alterações de glicemia nesse período. A monitorização deve ser mais frequente nos primeiros dois dias após a transição”, orienta a Dra. Leticia.
“O diabetes não deve impedir que o paciente desfrute de qualquer experiência, inclusive ir à praia, frequentar piscinas, etc. O uso de bomba de insulina é um instrumento para melhorar a qualidade do controle, mas não deve limitar a vida do paciente, muito pelo contrário, hoje as alternativas de insulinoterapia são variadas e permitem se moldar à vida do paciente. Porém toda alteração no esquema de insulina ou forma de aplicação deve ser planejada e discutida com o médico do paciente, com antecedência para que não ocorram imprevistos durante a viagem”, finaliza a médica.
obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs
Carla
https://www.debemcomavida.com.br/alteracao-da-terapeutica-do-tratamento-precisa-ser-planejada-entre-o-medico-e-pessoa-com-diabetes/

Vanessa Pirolo

Jornalista, criadora do blog convivência com diabetes, tem diabetes desde o seus 18 anos, e redatora do Portal DBCV

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