Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




sexta-feira, 25 de julho de 2014

O uso do telefone na doença de Alzheimer: entenda quais as dificuldades e como facilitar o uso desse aparelho

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A doença de Alzheimer gradativamente afeta a participação cotidiana. As atividades mais simples vão se tornando mais complexas à medida que a doença progride. Ah, entenda-se que o emprego da palavra “simples”  aqui se dá pensando na rapidez e facilidade que o cérebro processa e responde a imensa demanda de sinapses envolvidas nas tarefas mais comuns, porque as atividades podem até ser bem comuns, mas não são simples de executar. Na presença da doença de Alzheimer o funcionamento cerebral decai e tudo o que antes no cérebro funcionava de uma forma rápida, direta e eficaz, precisa funcionar de outra, com vários obstáculos às sinapses cerebrais.

E, é assim que uma atividade tão simples como usar o telefone torna-se complexa e difícil. Pesquisando sobre isso, encontramos algumas explicações o orientações no site da Fundação Espanhola de Alzheimer:

1 – Por que usar o telefone é cada vez mais problemático na progressão da doença de Alzheimer?

Usar o telefone é uma atividade complexa. Você tem que lembrar o número da pessoa que vai ligar, o que requer memória. Você tem que discar os números, o que requer coordenação psicomotora. Precisa falar, comunicar uma mensagem e terminar a conversa, o que requer várias habilidades cognitivas relacionadas à linguagem. Com o decorrer da doença, essas e outras habilidades que caminham junto destas para um perfeito comportamento social ficam comprometidas.
Falando em comportamento social, lembre-se que se esse recurso é um meio social de contato do doente com familiares e amigos, ele deve continuar a ser usado. Estimular o idoso a manter essa atividade e ajudá-lo nas dificuldades na hora do uso é importantíssimo para mantê-lo em contato com pessoas queridas. Para buscar maiores orientações de adaptações (do aparelho ou de essas e de outras tarefas cotidianas, procure um terapeuta ocupacional).

2 – O que você deve prestar atenção?

Vários elementos podem traduzir as crescentes dificuldades que na hora de usar o telefone:
- a dificuldade para memorizar números ou resgatar na memória números conhecidos.
- falha na hora de discar o número correto.
- deixar o telefone fora do gancho por não saber o que fazer ao atender.
- desligar antes que a chamada termine.
- não atender quando o telefone toca.
Cada um desses acontecimentos chamam atenção quanto a dificuldade de usar o telefone. Fique atento ao aparecimento gradativo desses sinais e busque adaptar essa atividade antes que a pessoa comece a evitar o telefone.

3 – O que pode ajudar diante dessas situações que o uso do telefone começa a ficar comprometido?

Dica 1: criar uma lista dos números mais utilizados. Uma lista pequena com 5 a 6 principais números que podem ser colados ao lado do telefone.
Dica 2: Se necessário, discar o telefone para ele e deixá-lo falar com a pessoa chamada.
Dica 3: Se necessário, usar um aparelho de telefone mais fácil de usar. Existem telefones de várias marcas com números e botões maiores, que são mais indicados. Olha alguns exemplos:

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Normalmente, lojas que vendem aparelhos de telefone conhecem esse tipo de aparelho. Não é difícil de encontrar!


Existem telefones que podem ser programados para ligações praticamente automáticas, associando um dígito a um número de telefone. Esse tipo de facilidade pode ajudar mais na frente se a pessoa for treinada para isso.

Fuja de telefones muito sofisticados, eles podem ter detalhes demais e mais atrapalhar que ajudar.

Dica 4: Esteja atento ao tempo que ele e a pessoa da chamada estão no telefone. Lembre-se sempre de orientar os amigos e parentes que vão manter o contato telefônico que a conversa deve sempre ter perguntas, respostas e histórias curtas. É necessário deixar a informação chegar com clareza. Ah, e também dar tempo para a pessoa falar; se ele não fala a chamada é perdida. Ele não se comunicou, nem foi estimulado para isso.

Incentive também o contato de outras formas, como por carta (ou quem sabem até por email). Manter o contato com outras pessoas enquanto incentiva a socialização é uma excelente forma de inserir atividades na rotina de uma pessoa com Alzheimer.
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Fonte: alzfae.org
Imagem destaque: zigazoe76
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