Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




sexta-feira, 22 de julho de 2016

‘Dory’ chama a atenção para a perda de memória infantil

Falhas nas lembranças operacionais são reversíveis, principalmente em menores de 12 anos






PUBLICADO EM 14/07/16 - 03h00
A simpática e esquecida peixinha tang azul Dory, que roubou a cena em “Procurando Nemo”, em 2003, ganhou um filme só pra ela: “Procurando Dory”, em cartaz em boa parte dos cinemas do país. Na telona, o problema da falta de memória recente, principal característica da personagem, ganhou roupagem mais didática, com lições de convivência e de superação da deficiência.
Após uma sessão no cinema, a professora e pedagoga da rede municipal de Belo Horizonte Mariana Porfilho avaliou como “superimportante” a abordagem do filme. Para ela, a narrativa quebra barreiras e é válida para a socialização infantil, “apesar de as crianças já serem muito abertas a tudo”. “Acho que as crianças não têm preconceito. Meus alunos lidam muito bem no dia a dia com várias crianças com deficiências motoras e mentais, mas é importante também mostrar de forma lúdica. Eles conseguem fazer essa ligação do abstrato com o concreto muito bem”, diz.
No entanto, o filme não deixa claro como Dory perdeu a memória, e esse esquecimento da personagem, de acordo com a pediatra e psiquiatra da infância e adolescência Marília de Freitas Maakaroun, é um problema muito raro de acontecer em crianças. “A perda de memória recente é mais comum, até mesmo em adultos, após algum acidente ou traumatismo que provoque lesões na área da memória (hipocampo)”, explica.


Meningite e encefalite. Segundo a neurologista infantil e professora de pediatria da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Cláudia Machado Siqueira, a situação é mesmo mais comum em pacientes adultos com demência, mas a perda de memória também pode aparecer em crianças com quadros graves de meningite e encefalite ou como um sintoma do Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), problema que atinge de 3% a 5% das crianças. “Esse déficit acontece na memória operacional, um tipo muito delicado e que se desarmoniza muito fácil”, diz.
Segundo Cláudia, a memória operacional vai aumentando ao longo da infância e atinge seu ápice por volta dos 12 anos. A boa notícia é que em crianças, as chances de perda dessa memória ser irreversível são pequenas. Assim como no filme, com treino e estratégias, é possível minimizar os impactos. “Repetir um nome várias vezes, escrever recados e usar agenda são boas estratégias para não esquecermos de alguma coisa”, afirma.

ENSINAMENTOS

A psicóloga Josie Conti listou quatro lições que o filme “Procurando Dory” pode ensinar:
Falar sobre. Se a limitação é real, é preciso entendê-la e falar sobre ela para que as outras pessoas também entendam e possam ajudar. Para Dory, não conseguir guardar essas informações fazia com que ela se perdesse em caminhos e no fluxo de seus pensamentos o tempo todo.
Aceitar. A aceitação é necessária para que se possa adaptar ao meio e encontrar alternativas. Uma vez que Dory, sua família e amigos sabem disso, é possível elaborar estratégias para que ela possa ser “ajudada” a se lembrar.
Adaptar. Valorizar as habilidades que são mais desenvolvidas em quem sofre de alguma deficiência. A animação mostra que Dory desenvolveu uma capacidade de se adaptar às situações de dificuldade.
Família. Saber que nossa família é quem amamos. “A família está onde nosso coração está, são aqueles que nos ajudam a superar as dificuldades e enfrentar o mundo, e com um olhar diferente”, diz Josie.
obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs.
Carla
extraído:http://www.otempo.com.br/interessa/dory-chama-a-aten%C3%A7%C3%A3o-para-a-perda-de-mem%C3%B3ria-infantil-1.1337674

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