Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Reflexos do câncer de mama na amamentação





Mulheres jovens diagnosticadas com câncer de mama e que pretendem ter filhos costumam ter muitas dúvidas sobre a relação do câncer de mama com a amamentação. É possível amamentar normalmente durante e/ou após o tratamento da doença? O tratamento cirúrgico, químio ou radioterápico pode interferir na produção de leite? Dr. Wesley Pereira Andrade, Cirurgião Oncológico e Mastologista do Núcleo de Mastologia do A.C.Camargo, explica os reflexos do câncer de mama na amamentação.

Atualmente as mulheres estão engravidando em idades mais avançadas o que por si só já é um fator de risco para o desenvolvimento do câncer de mama, tornado algumas circunstâncias cada vez mais frequente, como o câncer de mama na mulher gestante, ou  a gravidez após o tratamento do câncer de mama. Nesta mesma linha de raciocínio, outra dúvida frequente entre as mulheres é como ocorre a amamentação após o tratamento do câncer de mama.

As pacientes que pretendem engravidar após o tratamento do câncer de mama, deverão compartilhar essa decisão com seus médicos a fim de receber orientações sobre o melhor momento para isso, considerando fatores como o estadiamento, o tratamento realizado, os efeitos colaterais.

Existem casos em que a mulher poderá ser liberada para a gravidez após 2 anos do início do tratamento. Em outros casos a gravidez somente pode ocorrer após 5 anos, principalmente quando a mulher está fazendo uso do Tamoxifeno, que traz riscos de má formação do bebê pelo efeito deste medicamento. "Recomenda-se, por isso, que a gravidez seja bem planejada e compartilhada com o médico. O momento ideal para a gravidez acontecer é algo muito particular para estas mulheres, levando-se em conta os fatores oncológicos, sociais e pessoais, sendo sempre recomendado um acompanhamento especializado", comenta Dr. Wesley.

Câncer e Amamentação
As glândulas mamárias, que se formam na puberdade (adolescência), são altamente sensíveis ao estímulo hormonal. A hipófise e os ovários são os responsáveis por produzir os hormônios que agirão nas células da mama, fazendo com que o tecido mamário se desenvolva e produza o leite para a amamentação.

Reflexos do tratamento
Os tratamentos cirúrgicos e/ou radioterápico interferem na produção de leite. Mulheres mastectomizadas, por exemplo, retiram a mama e os ductos mamários tornado impossível a amamentação com esta mama, ainda que reconstruída com prótese de silicone ou retalhos miocutâneos (tecidos do próprio corpo proveniente do abdômen ou das costas).

Mesmo em cirurgias parciais, se o tratamento envolver radioterapia, a produção de leite também estará bastante comprometida. Isto porque a irradiação afeta as células responsáveis pela produção de leite. Esta mama também terá seu desenvolvimento prejudicado durante a gravidez.

A boa notícia é que se o câncer for unilateral (em apenas uma das mamas) e a mama saudável não for submetida a nenhum procedimento, continuará produzindo leite normalmente, afirma o cirurgião.
 
Fator de proteção
A amamentação é um dos fatores que protegem a mulher do câncer de mama. De acordo com especialistas, essa questão está provavelmente relacionada aos hormônios, uma vez que no período de gestação e amamentação a mulher tem menos hormônios que estariam relacionados ao desenvolvimento do câncer de mama. Essa proteção relativa, entretanto, deve estar sempre associada a outros hábitos de vida saudável, como não fumar, ter uma boa alimentação, praticar atividades físicas, manter-se com peso adequado e evitar o consumo de bebidas alcoólicas.

Qualidade de vida
As mulheres que passam pelo tratamento do câncer de mama e que têm um bom prognóstico devem ser estimuladas a uma completa reintegração social, sentimental e psicológica a fim de seguirem o curso natural das suas vidas, contemplando, inclusive, o seu desejo de se tornarem mães, o que certamente terá impacto positivo na qualidade de vida.

Dr. Wesley Pereira Andrade - CRM/SP 122593

Médico titular do Departamento de Mastologia
Especialista em Cancerologia/Cirúrgica - RQE nº 27534
Especialista em Mastologia - RQE nº 27535


obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs,
Carla
extraído:http://www.accamargo.org.br/saude-prevencao/mulheres/reflexos-do-cancer-de-mama-na-amamentacao/82/

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