Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




sábado, 12 de outubro de 2013

Lei de Cotas para Pacientes?

Em todas as edições do Fórum de Discussão de Políticas de Saúde em Oncologia, o espaço reservado para o diálogo sobre os direitos do paciente com câncer é rico e participativo. É o momento do evento em que palestrantes e plateia de fato trocam experiências e em que, a partir do relato de 'um e outro',pode-se descobrir caminhos para melhorar e garantir direitos dos pacientes oncológicos brasileiros.

É o espaço em que cada um, a partir de seu conhecimento técnico ou experiência pessoal, assume-se como parte de uma construção conjunta. Reconhece que o câncer, como diz a presidente do Instituto Oncoguia, Luciana Holtz, 'é um problema de todos nós'.

Assim aconteceu em Goiânia!

Entre os debates sobre os principais direitos do paciente com câncer, provocado pelo diretor jurídico do Instituto Oncoguia, Tiago Farina Matos, importantes soluções foram apontadas.

Ludmila Almeida, diagnosticada com câncer de mama em 2008 e que há pouco terminou o tratamento, falou sobre o desafio enfrentado pelos jovens pacientes e ex-pacientes com relação à vida profissional. Ela está pronta para voltar a trabalhar ("Sou jovem! Quero e tenho esse direito!"), mas entende que as prerrogativas para tanto sejam diferentes de antes do diagnóstico.

"Talvez, eu e outros pacientes não tenhamos mais condições de ficar mais oito horas no escritório. As exigências do meu corpo são outras. Mas isso não quer dizer que eu não esteja apta a produzir".

Como solução, Ludmila citou a Lei de Cotas para Deficientes e Pessoas com Deficiência - que determina às empresas com 100 funcionários ou mais, o preenchimento de dois a cinco por cento dos seus cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas com deficiência.

Matos ouviu a paciente com atenção e expectativa. Contou, inclusive, que comumente, empresas brasileiras não conseguem preencher as vagas previstas por lei.

"Esse benefício seria fantástico. Estaríamos solucionando o problema dos pacientes e também das empresas.", exclamou.

O diretor jurídico afirmou que colocaria o tema na pauta do Núcleo de Advocacy do Instituto Oncoguia para discutirem possíveis aprimoramentos na lei de cotas.



obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico.
abs,
Carla

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