Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Oncologia | Ministério da Saúde amplia atendimento do Hospital de Câncer em Barretos

Oncologia | Ministério da Saúde amplia atendimento do Hospital de Câncer em Barretos

Durante o encontro, o ministro Alexandre Padilha foi homenageado por serviços prestados ao hospital
Foto: Karina Zambrana ASCOM/MS
O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou sábado (19) do 16º Encontro Anual com os Coordenadores do Hospital de Câncer de Barretos, no interior de São Paulo, onde discutiu a liberação de projetos dentro do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon), que tem objetivo de contribuir para humanizar o atendimento e incentivar a área de pesquisa clínica de câncer. Os projetos encaminhados pela instituição ao Ministério da Saúde, após aprovação, devem garantir R$ 60 milhões para ampliar a capacidade de atendimento oncológico à população.
O Hospital de Câncer de Barretos atende pessoas com câncer de todo o Brasil, com média de 2.800 atendimentos por dia, sendo 100% pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Durante o encontro, o ministro juntamente com o diretor geral do Hospital, Henrique Prata, fez a entrega de diplomas a 35 coordenadores, pessoas voluntárias que realizam eventos – há mais de 10 anos – em suas cidades, em prol do hospital. Hoje, a instituição conta com o apoio de 450 coordenadores.
O ministro Padilha disse que, com o PRONON, o hospital de Barretos tem o direito, ainda esse ano, de obter R$ 60 milhões para que possa continuar sua luta pela melhoria da saúde de todos os cidadãos. “Parabenizo a direção do Hospital do Câncer de Barretos por ter apresentado e conseguido aprovação dos dois primeiros projetos, em todo o Brasil, dentro desse programa,” disse. O ministro aproveitou para agradecer a todos os colaboradores e parceiros do hospital. “O Hospital do Câncer de Barretos tem uma estrutura de profissionais que orgulha a cada um de nós e tem ainda o apoio de tantas pessoas que reconhecem seu papel junto à sociedade,” concluiu.
Programa - Até o dia 10 de outubro, 32 entidades do país apresentaram 43 projetos dentro do Pronon. O valor de todos os projetos somados é de R$ 275,6 milhões. O programa é uma iniciativa do Ministério da Saúde que busca estimular a ampliação dos serviços de saúde prestados à população e a pesquisa científica na área oncológica. Para participar do programa, as instituições interessadas precisam se credenciar junto ao Ministério da Saúde e apresentar suas propostas com a identificação do que será executado. As propostas são submetidas à análise e, se aprovadas, os estabelecimentos recebem autorização para captação dos recursos junto a empresas e pessoas físicas.Os projetos contemplados terão o desenvolvimento acompanhado e avaliado pelo Ministério da Saúde.
Dentro do Pronon, o Hospital do Câncer participa com dois projetos, sendo cada um no valor de R$ 30 milhões. Um tem foco na ampliação na capacidade de atendimento da demanda reprimida e com dificuldade de acesso a prevenção, tratamento e combate ao câncer, no Hospital de Câncer de Porto Velho/RO e nas Unidades de Prevenção dos municípios de Fernandópolis/SP e Campo Grande/MS. Além da aquisição do sistema cirúrgico robótico Da Vinci – plataforma robótica altamente sofisticada que foi desenvolvida para permitir a execução de cirurgias complexas utilizando-se de procedimentos minimamente invasivos.
A segunda proposta busca a ampliação na capacidade de atendimento da demanda reprimida e combate ao câncer nas Unidades da Fundação Pio XII: Hospital de Câncer Infanto Juvenil e Hospital de Câncer de Jales.
Ampliação do acesso – O Ministério da Saúde tem investido na melhoria do acesso da população a prevenção, exames e tratamentos do câncer. De 2010 a 2012, o investimento do Governo Federal em oncologia foi de 26% – saltando de R$ 1,9 bilhão para R$ 2,1 bilhões. Com estes recursos, foi possível ampliar em 17,3% no número de sessões de radioterapia, passando de 7,6 milhões para mais de nove milhões. Para a quimioterapia houve aumento de 14,8%, saltando de 2,2 milhões para 2,5 milhões.
Em decorrência da inclusão de novos tipos de cirurgia oncológica e da ampliação dos investimentos no setor, a expectativa para 2013 é que o número de operações supere a marca dos 120 mil, 25% a mais que as 96 mil realizadas no ano passado. A expansão está sendo custeada por uma elevação de 120% no orçamento destinado a estes procedimentos – de R$ 172,1 milhões em 2012 para R$ 380,3 milhões em 2013.
Por outro lado, houve expansão no rol de medicamentos de alto custo ofertados gratuitamente pelo SUS, com a inclusão de drogas biológicas modernas como o mesilato de imatinibe (contra leucemia), o rituximabe (para o tratamento de linfomas) e o trastuzumabe (contra o câncer de mama). A ampliação veio acompanhada de aperfeiçoamento na gestão dos insumos, que passaram a ser comprados de maneira centralizada pelo Ministério da Saúde, reduzindo custos com o ganho da escala de compras.
Fonte: Regina Xeyla / Agência Saúde
obs.conteúdo meramente informativo procure seu médico.
abs,
Carla

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