Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




terça-feira, 16 de maio de 2017

Hipertensão Arterial: os benefícios da fruta e legumes

Notícias de Saúde

Segunda, 10 de Abril de 2017
 
Fonte de imagem: Kardiologische Praxis
 
 
Um estudo conduzido por uma equipa de investigadores indicou que uma alimentação rica em potássio faz diminuir a tensão arterial.

Os investigadores liderados por Alicia McDonough, docente de Biologia Celular e Neurológica na Escola de Medicina Keck da Universidade da Califórnia do Sul, EUA, procederam à revisão de estudos populacionais, intervencionais de mecanismos moleculares, que investigava os efeitos do sódio e do potássio oriundos da alimentação sobre a hipertensão arterial.

“Diminuir o consumo de sódio é uma forma já bem conhecida de fazer diminuir a pressão arterial”, avançou a investigadora. “Mas a evidência sugere que aumentar o consumo de potássio na alimentação pode igualmente ter um efeito importante sobre a hipertensão”, continuou.

O estudo revelou que muitos estudos populacionais demonstravam que um consumo mais elevado de potássio na alimentação (estimado através da urina ou descrição da alimentação) estava associado a uma tensão arterial mais baixa, independentemente do consumo de sódio. Os estudos intervencionais com a suplementação de potássio sugeriram também um benefício direto deste mineral.

Os estudos mais recentes com modelos de roedores indicaram que o organismo efetua um equilíbrio, usando o sódio para manter o controlo dos níveis de potássio no sangue, o que é fundamental para o funcionamento normal do coração, nervos e músculos.

“Quando o potássio oriundo da alimentação é elevado, os rins expelem mais sal e água, o que faz aumentar a excreção de potássio”, explica Alicia McDonough.

No entanto, a alimentação ocidental atual, nomeadamente os alimentos processados, possui tendencialmente muito sal e pouco potássio. “Quando o potássio oriundo da alimentação é reduzido, a função do equilíbrio usa a retenção de sódio para reter o pouco potássio, o que equivale a comer uma dieta com mais sódio”, continua a autora.

Mediante os resultados, a investigadora recomenda que se desenvolvam regulamentações para fazer aumentar o consumo de potássio a partir de fontes baseadas em plantas. A autora defende ainda que se comece a por o conteúdo de potássio nos rótulos com os valores nutricionais para que os consumidores fiquem sensibilizados relativamente às fontes de potássio.
 
obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs.
Carla
 
Referência
Estudo publicado no “American Journal of Physiology - Endocrinology and Metabolism

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