Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




quarta-feira, 24 de maio de 2017

TRATAMENTO MÉDICO CONSERVADOR DA DOENÇA RENAL CRÓNICA

Sem prejuízo da observância do direito de o doente optar livremente pela modalidade terapêutica, o tratamento conservador médico não é uma alternativa às outras modalidades, encontrando-se reservado para situações graves, de mau prognóstico de vida, em que a diálise não faculta uma esperança e uma qualidade de vida superiores.



O tratamento conservador da insuficiência renal crónica avançada consiste na aplicação de tratamentos não invasivos e de medidas cujos objetivos são:

Eliminar ou atenuar os sintomas de doença, proporcionando o maior bem-estar e o menor sofrimento possíveis

Fornecer apoio não diferenciado (acompanhamento, alimentação, higiene pessoal, levante, manutenção do domicílio) quando necessário



Para alcançar esses objetivos contará com uma equipa polivalente constituída por elementos diferenciados de cuidados continuados e paliativos (que inclui médicos, enfermeiros e outros elementos) que, se for caso disso, o acompanhará no seu domicílio ou onde estiver a viver. No caso de não ser possível assegurar a assistência atrás descrita, aconselhamos que esta não seja a sua opção. Sobre este assunto, informe-se junto do seu nefrologista.

 Tratamento médico conservador da doença renal crónica

Indicações para o tratamento conservador:

A opção consciente e informada do doente ou, caso este não se encontre em condições de a expressar, de quem legalmente se encontre em condições de o fazer.

Coma irreversível.

Ausência irreversível de vida de relação.

Estado demencial grave e irreversível.

Impossibilidade técnica ou clínica de tratamento dialítico e de transplantação renal.

Coexistência de outra doença que condicione curta esperança de vida.

Coexistência de outra doença ou condição, física ou psíquica, que condicione, previsivelmente, severo e irreversível sofrimento.



Provavelmente, ser-lhe-á instituída uma dieta com restrição de proteínas (carne, peixe, ovos, leite), de sal e de líquidos, bem como lhe serão prescritos diversos suplementos alimentares.

Para além da medicação habitualmente prescrita para tratamento das complicações da insuficiência renal crónica que, eventualmente, já prossegue (anti-hipertensores, diuréticos, corretores da anemia, modificadores do metabolismo do fósforo, suplementos vitamínicos), ser-lhe-ão prescritos, à medida das necessidades, medicamentos eficazes para alívio dos sintomas da insuficiência renal e das outras doenças de que, eventualmente, sofra:

Náusea.

Vómitos.

Hipus (soluços) incoercíveis.

Prurido (comichão) generalizado e incomodativo.

Insónia.

Ansiedade.

Dispneia (falta de ar).

Dores.

Se necessário, ser-lhe-á instituída sedação (indução de sono profundo).





Publicado: portaldadialise | 2016-07-10 14:15
Última atualização: 2016-07-10 14:15
Fonte: Norma nº 017/2011 de 28/09/2011 DGS atualizada a 14/06/2012
Imagem: © Flickr - Xavi Tallied

obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs
Carla
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