Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Como lidar com o idoso portador de Alzheimer? Psicóloga dá dicas

Escrito por Luciene Corrêa Miranda
Qua, 11 de Janeiro de 2012

Idoso e Alzheimer

doença de Alzheimer constitui-se numa das maiores preocupações a respeito das doenças que atingem as pessoas mais idosas. Mas o que é esta doença? Quais suas características principais? Como ela avança? Existe cura ou tratamento? Atinge apenas pessoas idosas? Este artigo visa esclarecer essas e mais algumas dúvidas comuns.
A doença de Alzheimer foi descrita pela primeira vez na década de 1900, quando o Dr. Alois Alzheimer identificou os sintomas da doença em uma paciente que tinha aproximadamente cinquenta anos de idade. Desde essa época outros pacientes foram diagnosticados com os mesmos sintomas e em todos, ao se realizar autópsia do tecido cerebral, podia-se observar uma grande diminuição no volume do cérebro – diminuição maior do que aquela que acontece com o envelhecimento normal. Atualmente, com o advento de novas técnicas de investigação diagnóstica, já foi possível identificar também a presença de algumas placas anormais que se depositam no cérebro do doente, impossibilitando a comunicação entre as células cerebrais – os neurônios – e, consequentemente, promovendo a morte das mesmas. Mesmo com todo o avanço nas pesquisas dessa área, até hoje, a única forma de se garantir o diagnóstico da doença é após o óbito do paciente, com a autópsia do tecido cerebral, mas alguns exames ajudam no diagnóstico, como uma ressonância magnética do cérebro (para constatar a redução do volume cerebral), a avaliação neuropsicológica e o relato dos familiares a respeito das alterações observadas.
É uma doença crônica (de longa duração), progressiva (os sintomas vão se agravando com o passar do tempo), incurável (existem apenas tratamentos paliativos), que afeta a cognição do portador, ou seja, interfere nos processos básicos relacionados ao pensamento: a memória, a atenção, o julgamento moral, a linguagem, a inteligência, a criatividade, dentre outras instâncias indispensáveis a uma forma de viver com autonomia e independência. Seu aparecimento está diretamente associado com a idade, ou seja, a maior probabilidade de se desenvolver a doença se dá nas pessoas mais idosas, mas há relatos de pessoas mais jovens portadoras da doença. Ainda não se sabe exatamente quais as causas da doença, mas já foi comprovado que há um componente genético e que se manter intelectualmente ativo pode ser um fator de proteção.

obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs,
Carla
extraído:http://idmed.terra.com.br/saude-de-a-z/saude-do-idoso/como-lidar-com-o-idoso-portador-de-alzheimer-psicologa-da-dicas/fases-do-alzheimer.html

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