Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Depressão


O tratamento do câncer tem por finalidade a cura ou alívio dos sintomas da doença. Os tratamentos com medicamentos (quimioterapia, terapia alvo, hormonioterapia), cirúrgicos e radioterápicos podem provocar efeitos colaterais que variam de paciente para paciente dependendo de múltiplos fatores, podendo ser diferentes quanto a intensidade e duração. Alguns pacientes poderão apresentar efeitos colaterais mais severos, outros mais leves ou mesmo não apresentar qualquer efeito colateral. Em caso de você apresentar algum efeito colateral devido ao tratamento que está realizando procure imediatamente seu médico para receber as orientações necessárias para seu caso.


A depressão pode ser comum em pessoas com câncer, mas não é frequentemente diagnosticada. No entanto, isto não significa que todas as pessoas com câncer tenham depressão.

Sintomas
Os dois sintomas mais comuns da depressão são humor deprimido e perda de interesse nas atividades normais. Outros sintomas da depressão incluem:
  • Insônia ou outros distúrbios do sono.
  • Variação no peso.
  • Alteração no apetite.
  • Fadiga e perda de energia.
  • Sentimentos de irritabilidade ou agitação.
  • Sentimentos de inutilidade ou culpa.
  • Sentimentos de desespero ou desamparo.
  • Pensamentos de auto-agressão ou suicídio.
  • Preocupação com a morte.
  • Dificuldade de concentração.
  • Retrocesso social.
  • Crises de choro.
  • Sentir-se devagar.
Geralmente, se uma pessoa apresenta humor deprimido ou perda de interesse em atividades que antes apreciava, e pelo menos quatro dos sintomas mencionados acima mais de duas vezes na semana, recomenda-se que converse com o médico sobre a possibilidade de realizar um tratamento.
Fatores de Risco e Diagnóstico
Podem aumentar a probabilidade de um paciente apresentar depressão:
  • Histórico de depressão antes do diagnóstico de câncer.
  • Histórico de alcoolismo ou abuso de drogas.
  • Aumento da debilidade física ou desconforto causado pelo câncer.
  • Dor fora de controle.
  • Medicação.
  • Câncer avançado.
  • Desequilíbrios de cálcio, sódio, potássio ou vitamina B12.
  • Outros problemas nutricionais.
  • Dificuldades neurológicas.
  • Hipertireoidismo ou hipotireoidismo.
Os médicos podem realizar uma série de exames para diagnosticar a depressão, entre eles, perguntas sobre comportamento, sentimentos e pensamentos.
Gerenciamento e Tratamento da Depressão
Quase todos os tipos de depressão são tratáveis. O tratamento para a depressão ajuda o paciente com câncer a gerir a doença e, muitas vezes envolve o tratamento psicológico com medicação antidepressiva. O foco do tratamento psicológico é aumento do enfrentamento e das habilidades para resolver problemas. Os métodos mais comuns incluem a psicoterapia individual e a terapia cognitiva comportamental. Além disso, grupos de apoio ao paciente com câncer podem ser úteis para algumas pessoas com câncer que apresentem depressão.
Como a dor fora de controle está relacionada à depressão, é importante que os pacientes procurem ajuda para o controle da dor e outros sintomas, como fadiga.
Medicamentos
O médico pode recomendar antidepressivos. A maioria dos antidepressivos trata a depressão, alterando a química do cérebro, que pode ser a causa da depressão. Se você e seu médico decidirem que a medicação é o próximo passo, tenha em mente:
  • Diferentes tipos de antidepressivos apresentam efeitos colaterais diferentes, incluindo sexuais, náusea, insônia, boca seca, ou problemas cardíacos. Outros podem melhorar a ansiedade ou ter um efeito mais rápido. No entanto, os efeitos colaterais, geralmente, podem ser administrados com ajuste da doses ou trocando o medicamento.
  • Muitas pessoas com câncer tomam muitos medicamentos diferentes, que podem interagir e interferir na eficácia de outro, causando danos. Informe sempre ao médico sobre todos os medicamentos que estiver usando, incluindo as terapias medicinais.
  • Embora quase 15% a 25% dos pacientes com câncer apresentem depressão, apenas 2% são tratados com antidepressivos.
obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs,
Carla
extraído:http://www.oncoguia.org.br/conteudo/depressao/198/109/

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