Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




domingo, 8 de janeiro de 2017

Enzima protege contra um subtipo de Cancro Colo-Retal

Fonte de imagem: IBMED
http://cdn.bancodasaude.com/press/
Uma enzima que desempenha um papel importante na inflamação pode funcionar como um supressor natural de tumores e úlceras no cólon presentes no cancro associado a colite (CAC, sigla em inglês), um tipo de cancro que é impulsionado pela inflamação crónica, refere um estudo publicado na revista “Oncotarget”.

Os investigadores da Universidade do Estado de Geórgia e da Universidade Stony Brook, ambas nos EUA, identificaram o papel supressor tumoral da metaloproteinases da matriz (MMP9), que pertence a uma família de enzimas denominadas proteinases e funciona como um regulador essencial dos componentes da matriz extracelular através de uma nova via mecanicista.
A inflamação pode ser uma resposta benéfica na presença de danos dos tecidos ou agentes patogénicos. Contudo, se esta resposta não for regulada pode tornar-se crónica e induzir o aparecimento de células malignas.
A doença inflamatória do intestino, que inclui colite ulcerosa e a doença de Crohn, envolve a inflamação de todo ou parte do aparelho digestivo. Os pacientes com colite ulcerosa cronicamente ativa apresentam um risco significativamente maior, até 50%, de desenvolver CAC, um subtipo do cancro colo-retal. O risco de CAC aumenta com a duração da doença e com a gravidade da inflamação.
A expressão e atividade da MMP9 é indetetável na maioria dos tecidos de adultos saudáveis, incluindo o cólon e o intestino. No entanto, esta enzima encontra-se expressa em níveis muito elevados em vários estados inflamatórios.
Estudos anteriores demonstraram que a MMP9 derivada de células epiteliais desempenha um papel protetor no desenvolvimento de CAC. As células epiteliais estão presentes no revestimento do trato gastrointestinal ao longo do lúmen. Quase 80% dos cancros têm origem nas células epiteliais.
Neste estudo os investigadores decidiram averiguar se a MMP9 derivada do epitélio tinha um papel protetor na supressão tumoral no CAC. Nas experiências in vivo os investigadores utilizaram ratinhos transgénicos que expressavam a MMP9 no epitélio colónico. Para as experiências in vitro foram utilizadas células do carcinoma do cólon humano com e sem MMP9 e fibroblastos embrionários de ratinho que desempenham um papel importante na reparação dos tecidos.
Os investigadores constataram que, os ratinhos que expressavam a MMP9 no epitélio apresentavam menos tumores e maior apoptose, ou morte celular programada. Este processo elimina as células que já não são necessárias ou são uma ameaça para o organismo.
O estudo apurou ainda que as células do carcinoma do cólon humano que expressavam em elevadas quantidades a MMP9 apresentavam uma diminuição na proliferação celular e menos danos no ADN.
Pallavi Garg, um dos autores do estudo, concluiu que no contexto da inflamação crónica, a expressão de MMP9 funciona como um escudo que impede o avanço do microambiente tumoral no CAC.


obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs
Carla
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