Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Tipo de Câncer Infantil - Tumores do Sistema Nervoso Central

Tumores do Sistema Nervoso Central

Os tumores do Sistema Nervoso Central (SNC) é o terceiro tipo de câncer mais freqüente na faixa etária pediátrica. Se considerarmos apenas os tumores sólidos, os tumores de SNC são os mais freqüentes nesta faixa etária. Eles correspondem a aproximadamente 25% das neoplasias diagnosticadas em crianças abaixo de 15 anos, isto é, uma em cada 5 crianças com diagnóstico de câncer é portadora de um tumor primário de SNC.
 
Na última década, registrou-se um aumento na incidência dos tumores de sistema nervoso central. Dados norte-americanos mostram que durante os anos de 1977 e 1981, a incidência desses tumores era de 2,7 casos a cada 100.000 crianças por ano e no período de 1990 a 1994, esses casos aumentaram de 2,7 para 3,3. O aumento está diretamente relacionado a um maior número de diagnósticos que antes não eram realizados, pois entre esses períodos, houve uma série de avanços nas técnicas de medicina diagnóstica e nas técnicas cirúrgicas - principalmente com as especializações das técnicas de biópsia (análise das células dos materiais recolhidos).  

Aproximadamente 80% dos tumores de SNC ocorrem na primeira década de vida, o que corresponde ao primeiro pico de incidência. De uma maneira geral, o risco diminui à medida que a idade avança até um segundo pico de incidência no final da idade adulta, entre sétima e oitava década de vida.
 
Quadro Clínico:
 
A apresentação clínica dos tumores de SNC depende da localização do tumor, de seu tipo histológico (tecido que originou tumor), da idade da criança e de seu desenvolvimento neurológico. Não existem achados clínicos que categorizem os sintomas específicos desta patologia.
        
Suas manifestações clínicas podem ser decorrentes do crescimento tumoral com infiltração e/ou compressão de estruturas SNC ou podem ser secundárias à obstrução do fluxo de líquidos do cérebro e aumento da pressão intracraniana (Hipertensão Intracraniana - HIC). A Hipertensão Intracraniana pode ter instalação abrupta ou evolução insidiosa com quadro dores de cabeça constantes que podem iniciar suas atividades até 4-6 meses antes do diagnóstico. Caracteriza-se pelos sintomas clássicos: cefaléia, vômitos e alteração de comportamento (letargia). As dores de cabeça ocorrem em 85% dos casos e os vômitos, em jato, estão presentes em 70% casos de HIC. 
 
Com relação à faixa etária as crianças em idade escolar evoluem com mudanças de comportamento, queda no desempenho escolar e fadiga. Já as crianças menores, nos primeiros anos de vida, evoluem com irritabilidade, anorexia, atraso de desenvolvimento e/ou perda de aquisições. Também se observa o aumento da circunferência craniana (macrocefalia), decorrente do não-fechamento das suturas cranianas nesta faixa etária. Crises de convulsão podem ocorrer em 20 a 30% das crianças com tumores hemisféricos.

Diagnóstico:
 
Inicialmente uma minuciosa história clínica, exames físicos e neurológicos devem ser realizados. O estudo deve ser construído de modo que seja possível entender o início, o curso e a evolução da doença e, para facilitar, a medida do perímetro da cabeça deve sempre ser realizada. Os achados do exame neurológico devem ser comparados com os correspondentes ao desenvolvimento por faixa etária, para determinar as manifestações iniciais de parada, atraso ou involução do desenvolvimento neurológico. Quanto menor a idade do paciente, mais importante torna-se o processo de comparação por faixa etária.  
 
A tomografia computadorizada e a ressonância nuclear magnética são os exames de imagem realizados para o diagnóstico dos tumores de sistema nervoso central.
 
Tratamento:
 
O tratamento para esse grupo de neoplasia requer uma abordagem multidisciplinar, baseada em cirurgia, quimioterapia e radioterapia.


obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs,
Carla
extraído:http://sobope.org.br/apex/f?p=106:13:16246292975201::NO::DFL_PAGE_ID:336

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