sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Mogi das Cruzes :Distribuição de medicamento de alto custo será normalizada

Remédio essencial para quem fez transplante de rim estava em falta, mas governo garantiu abastecimento

Foto: Daniel Carvalho
Única Farmácia de Medicamentos Excepcionais da região está sem o remédio
O medicamento micofenolato de sódio, de alto custo e essencial para pessoas que fizeram transplante renal, terá seu abastecimento e distribuição normalizados até o final dessa semana. A garantia foi dada pelo governo, depois que a falta do remédio na única Farmácia de Medicamentos Excepcionais do Alto Tietê, localizada em Mogi das Cruzes, foi informada à reportagem por pacientes que necessitam dos comprimidos de uso contínuo. 
Por meio de nota, o Núcleo de Assistência Farmacêutica do governo do estado esclareceu ontem "que a compra e distribuição aos estados do medicamento Micofenolato 360 mg é de competência do Ministério da Saúde, que além de atrasar em mais de 20 dias a entrega do medicamento ao Estado, entregou apenas 50% do quantitativo necessário para atender aos pacientes do Estado de São Paulo. Disse ainda a nota que "somente no último dia 16, o órgão federal normalizou a entrega do medicamento faltante e a pasta estadual deu início à distribuição nas farmácias do Estado para atender aos pacientes que dependem do medicamento. A previsão é que até o final desta semana todas as farmácias estejam abastecidas".
Portanto, apesar da Farmácia de Medicamentos Excepcionais, em Mogi das Cruzes, pertencer ao governo estadual, este afirma que o atraso e a quantidade da entrega são de responsabilidade do governo federal que, na ocasião em que foi questionado pelo Mogi News, admitiu que a responsabilidade pela compra do remédio é do Ministério da Saúde. "A pasta enviou, em outubro, 1.038.840 comprimidos para atendimento aos pacientes de São Paulo. Cabe às Secretarias de Saúde dos Estados e do Distrito Federal realizar o armazenamento, a distribuição e a dispensação desses medicamentos", alegou no dia 15 de novembro, quando a denúncia chegou ao jornal.
Enquanto isso, pessoas como Aline Simonic, de 33 anos, que recebeu o transplante de um rim há dez anos e precisa tomar o medicamento três vezes ao dia, torcem para que o fornecimento dos comprimidos seja logo normalizado. "O remédio é imprescindível para a manutenção do enxerto, pois evita que o corpo rejeite o órgão transplantado. É um medicamento muito caro (custa entre R$ 1.064 e 
R$ 2,5 mil) e não tenho condições de arcar com o custo. Preciso muito dele para a manutenção do transplante, senão corro o risco de o corpo rejeitar o rim", concluiu ela, que busca, mensalmente, 90 comprimidos. 

obs. conteúdo meramente informativo procure o seu médico
abs
Carla
http://www.portalnews.com.br/_conteudo/2016/11/cidades/45650-distribuicao-de-medicamento-sera-normalizada-ate-final-da-semana.html

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