Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

O TRATAMENTO NO LINFOMA NÃO-HODGKIN

O tratamento a administrar no linfoma não-Hodgkin é escolhido caso a caso. Depende de diversos factores, designadamente se a doença foi recentemente diagnosticada ou recidivou/recaiu, se é um linfoma indolente ou agressivo, o seu estadio, o tipo, o estado geral do doente, a sua idade e as suas necessidades e desejos.

Durante muitos anos, o principal tratamento do linfoma não-Hodgkin foi a quimioterapia. Hoje em dia, a quimioterapia é muitas vezes combinada com a terapêutica com anticorpos monoclonais, que por vezes também pode ser administrada isoladamente.

A radioterapia pode ser útil quando a doença está confinada a uma ou duas áreas do corpo. A quimioterapia em doses elevadas é outra opção terapêutica para alguns doentes. No entanto, esta também destrói a medula óssea , que deve ser restaurada através de células estaminais transplantadas.

Alguns doentes com linfoma não-Hodgkin indolente não apresentam sintomas inicialmente e não necessitam de tratamento imediato; a esta abordagem dá-se o nome de 'observar e esperar'.

Antes de se poder iniciar o tratamento, é importante determinar, para além do seu estadio, se o linfoma é indolente ou agressivo. Este processo implica a realização de exames laboratoriais e uma biópsia aos gânglios linfáticos afectados. Para mais informações veja Consultas de diagnóstico e exames.

É preferível esperar até que os resultados dos exames estejam disponíveis antes de se tomarem decisões finais sobre o tratamento a administrar. Pode parecer que com a realização destes exames se está a adiar desnecessariamente o tratamento, mas qualquer ligeiro atraso será devidamente compensado pela administração do tratamento correcto.

O doente pode ter muitas dúvidas ou perguntas a fazer à equipa médica sobre o seu tratamento e a probabilidade de sucesso. Em vez de tentar lembrar-se das perguntas durante a consulta, é preferível pensar nelas de antemão.

Para sugestões sobre as perguntas típicas do doente com linfoma não-Hodgkin durante o seu tratamento, consultePerguntas a fazer ao médico.



Opções terapêuticas



obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico. Texto original de Portugal.(Este site e o seu conteúdo têm um fim exclusivamente informativo e não substituem o aconselhamento médico. Os tratamentos de cada pessoa devem ser individualizados e conduzidos por profissionais de saúde, sendo o médico que acompanha o doente quem poderá indicar qual o tratamento adequado a cada caso.

As instruções do médico e dos restantes profissionais de saúde que o acompanham devem ser rigorosamente seguidas, pelo que sugerimos que contacte sempre o seu médico ou farmacêutico.)

Vou colocar texto de cada ítem acima.
abs,
Carla


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