Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




domingo, 15 de dezembro de 2013

VIDA SAUDÁVEL COM LINFOMA NÃO-HODGKIN:LIDAR COM O STRESS

Receber o diagnóstico de cancro, designadamente o diagnóstico de linfoma não-Hodgkin, pode ser uma experiência stressante e emotiva. É normal que os doentes e seus familiares tenham dificuldade em lidar com o facto, especialmente antes de começar o tratamento.

Apesar de muitos doentes com linfoma não-Hodgkin poderem ter um período de remissão prolongado ou até atingir a cura, é frequente as pessoas sentirem alguma indignidade e noção de terem perdido o controlo sobre as suas vidas. Além disso, o doente pode ficar nervoso sobre o impacto dos efeitos secundários do tratamento no seu bem-estar e na capacidade de viver uma vida normal.

É importante que o doente e seus familiares não se sinta culpado com estes sentimentos, mesmo se ficar zangados com o diagnóstico ou perguntar, tal como acontece frequentemente: 'Porquê eu?'

Consequentemente, o doente com diagnóstico de linfoma não-Hodgkin muitas vezes passa por períodos de grande stress. Se estes sentimentos não forem minimizados podem acumular-se e exercer um impacto negativo nas vidas do doente, provocando ansiedade grave ou até depressão. 

Cada doente tem a sua maneira própria de lidar com o diagnóstico de linfoma não-Hodgkin e o seu tratamento. Existem muitas vias para o doente conseguir lidar com estes sentimentos e até aprender com esta experiência para ajudar a perspectivar as suas vidas. 

Uma das formas mais conhecidas de lidar com o stress é através do apoio de outras pessoas. Para além dos seus familiares, o doente pode procurar apoio junto da equipa médica do hospital. Mesmo no período de intervalo entre as consultas, o doente pode contactar a equipa, sobretudo o médico, para colocar questões sobre o seu diagnóstico, o curso da doença e o seu tratamento. (Para mais informações, ver Perguntas a fazer ao médico.)

Pode também ser útil fazer-se acompanhar de algum familiar, parceiro(a) ou amigo nas consultas, não só por uma questão de apoio mas também para ajudar a lembrar informações que lhe são dadas e as respostas a perguntas que o doente possa ter.

Os grupos de apoio ao doente oncológico podem também fornecer informações adicionais sobre o linfoma não-Hodgkin e as organizações de ajuda ao doente podem contextualizar as suas experiências. Contudo, é importante lembrar que o diagnóstico e o tratamento específicos do linfoma não-Hodgkin diferem de doente para doente. (Para mais informações, ver Procurar apoio.)

Muitos doentes tentam minimizar o seu stress levando uma vida o mais normal possível após terem o diagnóstico de linfoma não-Hodgkin. Embora nem sempre seja possível, continuar a trabalhar pode ser útil para que o doente se mantenha ocupado e pensem menos na sua doença. Manter as ocupações de tempos livres pode também ajudar a não pensar tanto na doença.

As técnicas de relaxamento podem ser especialmente úteis para os doentes, dado que podem realizar-se em qualquer situação e proporcionam ao doente uma sensação de controlo sobre os seus sentimentos.  Existem muitos tipos de técnicas, que vão desde as físicas, que reduzem a tensão muscular e fazem com que os doentes se "deixem ir", até às técnicas de visualizaçao, que incentivam a pessoa a usar a sua imaginação para criar sentimentos positivos.

Qualquer que seja a técnica em que o doente se sente mais à vontade, torná-la uma rotina diária ajuda a reconhecer os sintomas físicos de stress à medida que eles surgem, o que permite reduzir significativamente os níveis de stress. Outras vantagens são a diminuição da dor como resultado da tensão muscular, a melhor qualidade do sono e os menores níveis de cansaço.








Este site e o seu conteúdo têm um fim exclusivamente informativo e não substituem o aconselhamento médico. Os tratamentos de cada pessoa devem ser individualizados e conduzidos por profissionais de saúde, sendo o médico que acompanha o doente quem poderá indicar qual o tratamento adequado a cada caso.

As instruções do médico e dos restantes profissionais de saúde que o acompanham devem ser rigorosamente seguidas, pelo que sugerimos que contacte sempre o seu médico ou farmacêutico.

abs,
Carla
extraído:http://www.roche.pt/sites-tematicos/linfomas/index.cfm/viver_com/vida-saudavel-lnh/lidar-stress/

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