Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




domingo, 16 de outubro de 2016

Diabetes: AMILINA: IRMÃ GÊMEA DA INSULINA

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amilina

A maioria das pessoas com diabetes tem, pelo menos, um conhecimento básico sobre o que é a insulina e porque ela é importante. Normalmente, elas também têm alguma compreensão dos mecanismos de ação da insulina e do glucagon, e como estes dois hormônios funcionam de forma complementar para manter os níveis normais de glicose no sangue. O ciclo de realimentação entre a insulina e glucagon permite explicar como os açúcares são regulados com ou sem ingestão de alimentos. No entanto, há uma outra substância chamada amilina que ajuda a manter o equilíbrio entre os “picos” de açúcar, a glicemia e a relação insulina / glucagon.
 
 
A amilina é um hormônio do tamanho de um peptídeo que é produzida e liberada pelas mesmas células beta do pâncreas, como a insulina. A função da amilina ainda não está completamente compreendida, desde que foi descoberta recentemente, nos últimos 20-25 anos; No entanto, os cientistas estão começando a reconhecer a relevância que esse hormônio desempenha no corpo e como é importante para o controle da glicose. Vamos dar uma olhada nessas descobertas recentes e ver porque a amilina tem atraído tanto interesse.
 
Demonstrou-se que a insulina e a amilina não são apenas segregadas a partir das mesmas células beta pancreáticas, mas que são liberadas simultaneamente. A relação entre a secreção de insulina e a amilina é de 100: 1. Agora, como esses dois hormônios diferem fisiologicamente? O papel primário da amilina é evitar os chamados “picos” de glicose imediatamente após as refeições. Em geral, a insulina controla a entrada de glicose nas células do músculo e outros tecidos, enquanto a amilina regula a velocidade com que a glicose atinge a corrente sanguínea. A amilina funciona da seguinte forma:
  • Reduz o apetite, agindo diretamente sobre o cérebro durante a digestão dos alimentos.
  • Reduz o esvaziamento gástrico e inibe a secreção de enzimas digestivas, reduzindo assim a disponibilidade da glicose para o transporte para a corrente sanguínea.
  • Diminui a produção de glucagon e, portanto, reduz a passagem de glicose para o sangue.
Uma das maiores preocupações para pessoas com diabetes é que, mesmo que a quantidade adequada de insulina seja administrada (ou que as medicações orais sejam usadas ​​corretamente), ainda há momentos em que ocorrem picos de açúcar no sangue, o que torna difícil alcançar o controle de glicemia. Estudos têm demonstrado que as pessoas com diabetes tipo 1, ou tipo 2 insulinodependentes, não produzem amilina ou têm uma produção deficiente.
 
Isso faz sentido, especialmente para pessoas com diabetes tipo 1 onde células beta são destruídas devido a uma resposta autoimune; de modo que não há produção de insulina ou amilina. Novas evidências científicas sugerem que, na realidade, o diabetes (tipo 1 ou 2) está mais relacionado com a produção de amilina e não insulina!! Considerando que picos de glicose são muito comuns no diabetes tipo 1 ou tipo 2 insulinodependente, é importante consultar o seu médico para saber os momentos mais apropriados para injetar insulina após as refeições e minimizar picos de glicose no sangue
 
 
obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs
Carla

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