A proteína em questão chama-se TRPA1 (Transient Receptor Potential Ankiryn 1). O nome é complicado para leigos, mas sua função é mais fácil de compreender. Pesquisas anteriores já encontraram-na em processos inflamatórios no corpo e na medula. Porém, é a primeira vez que alguém estuda sua ocorrência no cérebro e sua relação com o Alzheimer.
Como a descoberta pode ajudar pessoas com Alzheimer
Segundo a pesquisadora, o principal benefícios da pesquisa é conseguir que o diagnóstico da doença seja feito mais cedo: “Atualmente, os médicos identificam o Alzheimer pelo sintoma. Essa proteína aparece com mais intensidade na iniciação da doença e na progressão. A ideia é que se possa usá-la como um marcador, visto em ressonância magnética”, comentou.
A jovem pesquisadora, de 28 anos, recebeu um prêmio pelas descobertas. Ela conquistou o 20º Prêmio Jovem Talento para Ciências da Vida, oferecido pela Sociedade Brasileira de Bioquímica (SBBq). Atualmente, ela faz pós-doutorado em Farmacologia, também na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e continua pesquisando sobre o Alzheimer. Que mais pesquisas venham para auxiliar a todos que lidam direta ou indiretamente com a doença!
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