Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




quinta-feira, 20 de outubro de 2016

DIABETES: UMA NOVA ESPERANÇA PARA MELHORAR A CICATRIZAÇÃO DE FERIDAS

A morosidade do metabolismo da insulina resulta numa cicatrização lenta e incompleta das lesões. É por isso que os diabéticos muitas vezes têm de lidar com feridas mal curadas. 

Porém recentemente, pesquisadores do Instituto Max Planck de Biologia do Envelhecimento, a do CMMC, o CECAD Excellence Cluster e do Instituto de Genética da Universidade de Colônia divulgaram novos insights sobre os mecanismos celulares subjacentes. 

As suas descobertas podem conduzir ao desenvolvimento de novos métodos de tratamento das feridas diabéticas. De acordo com estimativas da International Diabetes Federation (IDF), cerca de seis milhões de pessoas na Alemanha sofrem de diabetes mellitus, sendo que 90 por cento dos quais têm a forma do tipo 2. 

A doença, que é desencadeada por uma perturbação do metabolismo da insulina, tem efeitos graves sobre o corpo inteiro. Um problema que esses pacientes enfrentam é a má cicatrização. 

Tem sido previamente assumido que níveis elevados de glicose danifica os vasos sanguíneos e os neurônios, e também prejudica o sistema imunológico, culminando nos problemas da cicatrização de feridas. Um grupo de pesquisas com sede em Colônia liderado por Linda Partridge, diretora do Instituto Max Planck de Biologia do Envelhecimento, e por Maria Leptin, professora do Instituto de Genética da Universidade de Colônia, apresentou agora em um estudo mostrando que o lento metabolismo da insulina no local do ferimento afeta diretamente as células vizinhas envolvidas na cicatrização de feridas.  
PESQUISAS COM PELE DE MOSCAS  
Parisa Kakanj, o autor do estudo, examinou a pele de larvas de mosca da fruta Drosophila melanogaster. Estas moscas servem como modelos para a diabetes, porque o metabolismo da insulina está fortemente conservado ao longo de sua evolução, ou seja, essas moscas e os mamíferos são muito semelhantes a este respeito. Utilizando um laser de precisão, Kakanj removeu uma célula à partir da camada mais externa da pele de larvas de mosca da fruta e, em seguida, observou o que acontece nas células vizinhas através do microscópio. 

“Imediatamente após uma lesão da pele, as células vizinhas respondem através da formação de um cabo actomiosina”, explica Kakanj. O cabo é composto de proteínas que de outra forma ocorre nas fibras musculares, onde são responsáveis pela contração muscular. Depois de uma lesão, o cabo forma um anel contrátil em torno da ferida. Em seguida, se contraindo ainda mais, acaba por selar a lacuna causada pela ferida. “No entanto, se o metabolismo da insulina está prejudicado, como no caso do estudo em que haviam moscas geneticamente modificadas, o cabo fica mais fraco e se forma muito mais tarde. 

Isto resulta na lenta cicatrização de feridas ou incompletas”, como Kakanj refere. Lapso de tempo de um a cicatrização de feridas em Drosophila (da esquerda para a direita): Após a remoção do núcleo (a amarelo) da membrana celular (no rosa) veda a abertura causada por ferida

. O TRATAMENTO LOCAL PARA UMA MELHOR CICATRIZAÇÃO DE FERIDAS

Novos tratamentos para acelerar a cicatrização de feridas poderiam ter como alvo precisamente este mecanismo. “Nossos resultados levantam a esperança de um potencial tratamento para diabéticos. No futuro, pode ser possível tratar feridas locais com drogas que ativam localmente o metabolismo da insulina”, explica Kakanj.

A equipe de pesquisas está agora trabalhando em estreita colaboração com Sabine Eming, uma dermatologista sênior na clínica e policlínica de Dermatologia e Venereologia do Hospital Universitário de Colônia, o CMMC e o Centro de excelência para o envelhecimento da Universidade de Colônia – CECAD, a fim de investigar maneiras de implementar esta abordagem.

Mais informações: Parisa Kakanj et al. Insulina e sinal TOR em paralelo através FOXO e S6K para promover a cicatrização do epitélio da ferida, Nature Communications (2016). 
obs.conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs
Carla
https://www.facebook.com/Anad-Associa%C3%A7%C3%A3o-Nacional-de-Assist%C3%AAncia-aos-Diab%C3%A9ticos-217214664977957/?hc_ref=NEWSFEED&fref=nf

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Vc é muito importante para mim, gostaria muito de saber quem é vc, e sua opinião sobre o meu blog,
bjs, Carla