Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Os possíveis responsáveis pela má saúde mental do futuro

http://cdn.bancodasaude.com/press/Fonte de imagem: PSFK
A má memória e os vários problemas do foro cognitivo não são apenas uma questão genética, existe um sem número de fatores que podem impulsionar a demência… e muitos deles estão presentes no nosso quotidiano.

A preocupação com o estado de memória não é apenas uma coisa de pessoas idosas, pelo contrário. É desde cedo que as pessoas devem preocupar-se com a sua saúde mental e olhar ‘com olhos de ver’ para todos os fatores que podem estar ou vir a estar associados com um maior risco de demência.

Cuidar da boa saúde mental desde tenra idade – através da alimentação, da prática de exercício físico e do descanso – é fundamental, contudo, pode não ser suficiente e isto porque existem vários fatores que a podem desencadear problemas mentais… e muitos deles estão presentes no nosso quotidiano.

Um deles é a poluição ambiental, tendo um estudo da Lancaster University detetado pequenas partículas de poluição no tecido cerebral, uma situação que faz aumentar o risco de Alzheimer. Este ano, uma nova investigação vem reforçar esta teoria e garante que viver em ambientes demasiado poluídos aumenta em 92% o risco de ter Alzheimer.

A má qualidade de sono é também uma questão a ter em conta, especialmente nos dias de hoje em que se cimentou o culto de que não há tempo para dormir. De acordo com a revista Health, são muitas as evidências científicas que associam os distúrbios de sono (seja por defeito de horas ou de qualidade) a problemas mentais.

Seja pela cada vez mais frequente ausência de aromas naturais ou por uma má formação genética, o fraco sentido de olfato é uma realidade e sabe-se, agora, que pode também estar relacionado a uma má memória no futuro. Diz uma investigação publicada na revista Annals of Neurology que as pessoas que têm mais dificuldade em reconhecer o aroma a mentol, morango e limão correm um maior risco de Alzheimer do que aquelas que têm um sentido de olfato mais apurado.

Como não poderia deixar de ser, a alimentação é também um fator determinante para a saúde mental. Enquanto alguns alimentos exercem um poder benéfico no cérebro, outros são como veneno, uma vez que são feitos à base de químicos, aditvos, açúcares e gorduras saturadas e trans, ou seja, tudo o que o cérebro não precisa de todo. Além disso, a ciência já provou que fazer um jejum de cerca de 12 horas (ou seja, jantar mais cedo e dormir oito horas) ajuda a que o cérebro trabalhe melhor.

A concussão também é um sinal de alerta para o risco de demência, assim como a solidão.

No ano passado, um estudo da Universidade de Harvard sugeriu que as pessoas que são socialmente isoladas correm um maior risco de ter problemas cognitivos, podendo o inverso também acontecer.

Por fim, mas não menos importante, está ainda a ligação entre a pressão arterial elevada e o risco de Alzheimer… mas não se trata de uma relação negativa. Conta a Health que um recente estudo publicado na Alzheimer & Dementia concluiu que quando as pessoas que ficam com a pressão arterial alta na velhice correm um menor risco de ter Alzheimer. Porém, as pessoas não devem ignorar o estado da pressão sanguínea, uma vez que este é um fator determinante para a saúde em geral.



Referência
Daniela Costa Teixeira






obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs
Carla

http://www.bancodasaude.com/noticias/os-possiveis-responsaveis-pela-ma-saude-mental-do-futuro/


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