Será Natal???

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua
atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você. Há uma correria generalizada...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Que familiares e pessoas que  se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação se reconciliem.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
Natal é fraternidade...
Mas o Natal também é união...
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
Gratidão!!!
abs.fraternos
Carla




quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

DIABETES: A DOENÇA NA VIDA DAS CRIANÇAS

A descoberta do diabetes na infância muda quase totalmente a rotina da criança, mas os cuidados adequados e o olhar dos pais garantem um futuro saudávelA descoberta do diabetes na infância muda quase totalmente a rotina da criança, mas os cuidados adequados e o olhar dos pais garantem um futuro saudável

A cada ano, mais de 70 mil crianças no mundo recebem o diagnóstico de diabetes do tipo 1 ouDM1. Segundo a Federação Internacional de Diabetes, cerca de 440 mil crianças com até 14 anos têm a doença. No Brasil, o Instituto da Criança com Diabetes estima que 150 mil crianças e jovens até 20 anos sejam diabéticos. Geralmente os pais demoram a descobrir a doença. “Na hora em que buscam atendimento, 25% das crianças têm o nível de açúcar no sangue tão alto que vão direto para a UTI”, explica o endocrinologista pediátrico Durval Damiani, de São Paulo.
O tipo mais comum entre crianças e adolescentes, o DM1, é diferente do diabetes do tipo 2. Na DM1, o sistema imunológico ataca o organismo destruindo as células do pâncreas que produzem insulina. E faz com que seja preciso repor esse hormônio, que coloca a glicose para dentro das células, produzindo energia. Não se sabe ao certo o que causa a DM1, mas os médicos concordam que é uma combinação entre fatores genéticos e agentes externos, como o contato com alguns vírus, como os da rubéola e da caxumba. Já o diabetes do tipo 2 é desencadeado por excesso de peso e sedentarismo. Pouco tempo atrás era exclusividade dos adultos, mas já começa a afetar pequenos com esse perfil. Para tratar a DM1, deve-se medir os níveis de glicemia no sangue até dez vezes ao dia (por um furinho no dedo), fazer a correção de insulinacom injeções e mudar hábitos alimentares imediatamente.
A professora de inglês Nicole Lagonegro, de São Paulo, mãe de Maria Vittoria, que descobriu que era diabética aos 5 anos, lembra das primeiras aplicações de insulina. “Demorava até meia hora, com a Vittoria chorando e dizendo: “Mãe, não quero tomar injeção, por que está fazendo isso comigo? Até furei meu dedo para provar que não doía.” Tratar o assunto de forma carinhosa e parceira faz diferença. A caneta de insulina, usada para aplicar o hormônio, ganhou adesivos infantis; Vittoria tem até maletinha rosa para os apetrechos de controle do diabetes.
A psicóloga Graça Maria de Carvalho Camara, da Associação de Diabetes Juvenil (ADJ), diz que é importante que a criança participe do que acontece e tenha as dúvidas respondidas. “Minha filha perguntava: ‘Por que tenho diabetes e minha irmã não? Vou ter isso para sempre? Os médicos vão me curar?’ Partia meu coração”, lembra Nicole. A solução foi mostrar que uma pessoa é diferente da outra. “Explicava para a Vittoria que tem gente que usa óculos, tem gente que precisa de cadeira de rodas… Aos poucos, ela foi entendendo”, diz a mãe.
Brincar na praia ou piscina sempre foi um programa traumático para Vittoria. O motivo: se a atividade física é intensa, a quantidade de insulina aplicada para manter os níveis de glicose normais pode não bastar, abrindo caminho para a hipoglicemia. Isso não significa ter de abolir o exercício; pelo contrário. Ele evita a hiperglicemia, que gera picos de açúcar no sangue. No entanto, deve ser monitorado. Mas a hipoglicemia continua sendo a mais temida pelos pais. Durante uma crise, Nicole achou que a filha fosse morrer. “Ela teve uma convulsão no café da manhã e saí desesperada para o hospital, colocando mel na boca dela. No caminho, Vittoria voltou ao normal”, lembra.
Com o tempo, as mães de crianças “docinhas”, como elas mesmas dizem, viram experts. Fazem a contagem de carboidratos em segundos, sabem dizer pelo olhar se o filho está com hipoglicemia ou hiperglicemia. O jeitinho superprotetor está lá, mas os pais devem saber que é vital para a criança ter autonomia.
  obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs
Carla
Conteúdo do site CLAUDIA http://claudia.abril.com.br/

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