sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Doença de Alzheimer: descoberta Potencialidade de uma Proteína

Segunda, 26 de Dezembro de 2016

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Fonte de imagem: Trendymen
Uma equipa internacional de investigadores, que inclui o português Sandro Alves, descobriu as potencialidades de uma proteína no tratamento da doença de Alzheimer, dá conta um estudo publicado na revista “Brain”. 
A proteína em causa é a interleucina-2, que estimula os linfócitos T reguladores, um tipo de leucócitos responsáveis pela defesa do organismo contra agentes agressores, e "cuja função é controlar a inflamação, que contribui para a degenerescência", como a doença de Alzheimer, explicou à agência Lusa Sandro Alves.
Segundo o investigador, a interleucina-2, que "revelou uma eficiência terapêutica no cancro e nas doenças autoimunes, pode ter um potencial para tratar doenças degenerativas como a de Alzheimer".
Os cientistas induziram, em ratinhos geneticamente modificados, e com a doença, a expressão da proteína e verificaram que os roedores melhoraram a sua memória, de curto e longo prazo, após serem submetidos a testes comportamentais.
Posteriormente, foi detetado nos cérebros dos ratinhos, após a sua morte, "uma ligeira diminuição" do número de placas amiloide que são típicas da doença de Alzheimer. Simultaneamente verificou-se a ativação de uma população de células do cérebro, os astrócitos, que têm a capacidade de remover as placas amiloide.
O estudo apurou também que a administração da interleucina-2 conduziu à ativação da expressão dos linfócitos T reguladores no cérebro. 
Um outro sintoma da doença de Alzheimer é, segundo Sandro Alves, uma "certa deficiência" nas sinapses, ou seja, nas "conexões entre neurónios".
Num segundo grupo de ratinhos geneticamente modificados, os investigadores observaram, mediante testes de eletrofisiologia (análise das propriedades elétricas nas células), que, após a 'injeção' de interleucina-2, as sinapses dos animais melhoraram em termos da sua estrutura e função.
Por último, os cientistas também analisaram a expressão da proteína em tecidos cerebrais de pacientes que morreram com a doença de Alzheimer e de causas naturais, e constataram que a proteína se encontrava "diminuída em cerca de 50%" nos doentes de Alzheimer.
obs. conteúdo meramente informativo procure seu médico
abs
Carla
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